Homem preso suspeito de estuprar enteada autista de 10 anos em José de Freitas
Preso suspeito de estuprar enteada autista de 10 anos

Um homem de 41 anos foi preso em flagrante na tarde de quinta-feira (23) sob suspeita de estuprar a própria enteada, uma menina de 10 anos diagnosticada com Transtorno do Espectro Autista (TEA). O crime ocorreu em José de Freitas, município localizado a cerca de 55 km de Teresina, no Piauí.

Mãe flagra abuso e aciona a Guarda Civil

De acordo com a Secretaria Municipal de Segurança Pública, a mãe da criança acionou a Guarda Civil Municipal (GCM) após flagrar o companheiro abusando da filha na garagem da residência da família. O secretário municipal de segurança, George Lancaster, informou que a mulher contatou a GCM por volta das 15h20 para denunciar o desaparecimento da filha, que teria ocorrido após uma discussão entre elas.

As equipes iniciaram as buscas imediatamente. Pouco tempo depois, a mãe ligou novamente para relatar que, ao retornar para casa, testemunhou o companheiro cometendo o abuso sexual contra a criança.

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Prisão em flagrante e encaminhamento

Os guardas civis se deslocaram até o local e prenderam o suspeito em flagrante. Ele foi conduzido para a Casa da Mulher Brasileira, em Teresina, onde foi autuado pelo crime de estupro de vulnerável. A menina, em depoimento a assistentes sociais, revelou que os abusos já haviam ocorrido em outras ocasiões.

Investigação e proteção à vítima

O caso está sob investigação da Polícia Civil do Piauí. O nome do suspeito não será divulgado pela imprensa para preservar a identidade da vítima, conforme determina a legislação. A Secretaria de Segurança Pública reforça a importância de denunciar casos de violência e abuso sexual infantil, destacando os canais oficiais como o Disque 100 e o 180.

Sinais de abuso e como proteger as crianças

Especialistas alertam que mudanças de comportamento, como medo de ficar sozinho, agressividade, isolamento ou conhecimento sexual inadequado para a idade, podem ser indícios de abuso. É fundamental que pais e responsáveis estejam atentos e mantenham diálogo aberto com as crianças. Denunciar suspeitas às autoridades é essencial para interromper o ciclo de violência.

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