Padrasto é preso por espancar e matar enteada de 1 ano e 9 meses no Rio de Janeiro
Padrasto preso por espancar e matar enteada de 1 ano no Rio

Padrasto confessou agressões que levaram à morte de criança de 1 ano e 9 meses no Rio

A Justiça do Rio de Janeiro confirmou, nesta segunda-feira (6), a prisão preventiva de Lukas Pereira do Espírito Santo, acusado de espancar e causar a morte de sua enteada, Maya Costa Cypriano, de apenas 1 ano e 9 meses. O crime ocorreu na última quinta-feira (2) na residência da família, localizada na comunidade do Quiririm, em Vila Valqueire, na Zona Sudoeste da capital fluminense.

Detalhes do crime chocam a comunidade

Segundo as investigações da Polícia Civil, Lukas estava sozinho em casa com a criança quando, irritado com o choro da menina, desferiu golpes na região abdominal dela. Após as agressões, a criança começou a passar mal, mas não recebeu socorro imediato. O padrasto limitou-se a enviar uma mensagem à mãe da vítima informando que ela não estava bem.

A pequena Maya foi levada à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Madureira em estado grave, apresentando parada cardiorrespiratória, e não resistiu aos ferimentos. A Secretaria Municipal de Saúde confirmou o óbito no local.

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Mãe da vítima relata os últimos momentos

Emanuele Costa, mãe de Maya, revelou que saiu de casa na madrugada de quinta-feira para participar de uma entrevista de emprego e deixou a filha sob os cuidados do companheiro. Ao retornar, encontrou a situação trágica que culminou na perda da filha.

O corpo da menina foi sepultado no domingo (5) no Cemitério do Caju, na Zona Portuária do Rio. O enterro foi marcado por intensa comoção e revolta de familiares e amigos, que clamavam por justiça durante a cerimônia.

Prisão e acusações formais

Na sexta-feira (3), a Polícia Civil cumpriu mandado de prisão contra Lukas Pereira. Em depoimento na delegacia, o acusado confessou as agressões e foi formalmente preso. Ele responderá judicialmente pelo crime de feminicídio, conforme determinação das autoridades.

O caso segue sob investigação para apurar todos os detalhes e circunstâncias que levaram à morte prematura da criança, enquanto a comunidade local e familiares exigem justiça rápida e rigorosa para o responsável.

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