Mãe denuncia monitora por tapa em criança de 8 anos em ônibus escolar em SP
Monitora afastada por tapa em criança em ônibus escolar em SP

Monitora é afastada por suspeita de agredir criança em transporte escolar no interior de São Paulo

Uma monitora de ônibus escolar foi afastada de suas funções de forma preventiva após ser acusada de dar um tapa no rosto de uma menina de oito anos durante o trajeto de volta para casa na terça-feira (10), em General Salgado, no interior do estado de São Paulo. O caso foi registrado em boletim de ocorrência pela mãe da criança, que tomou conhecimento da agressão através do relato da filha.

Detalhes da agressão e atendimento médico

Segundo informações do registro policial, a vítima estava voltando da Escola Municipal Azilio Antonio do Prado, acompanhada por outras crianças, quando a suposta agressão ocorreu dentro do veículo. A menina contou à mãe que, além do tapa, a monitora teria ordenado que ela "calasse a boca". Preocupada com o bem-estar da filha, a mulher levou a criança para atendimento na Santa Casa local, onde recebeu medicação e foi liberada após avaliação.

A criança afirmou à mãe que esta não seria a primeira vez que sofreria agressões por parte da mesma monitora, levantando preocupações sobre possíveis episódios anteriores não denunciados. O caso ganhou contornos mais graves com essa revelação, indicando um padrão de comportamento que exigirá investigação aprofundada.

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Medidas imediatas e posicionamento das autoridades

A Secretaria Municipal de Educação de General Salgado emitiu nota oficial informando que determinou o afastamento preventivo da servidora até a conclusão das investigações. A prefeitura municipal se posicionou de forma contundente, declarando que repudia qualquer forma de violência, especialmente em ambientes educacionais e de transporte de estudantes.

O delegado Leandro Teofilo, responsável pela investigação do caso, confirmou à TV TEM que o Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar de perto a situação e garantir a proteção integral da criança. "Trata-se de um caso que merece toda a atenção das autoridades, pois envolve a segurança de menores em um ambiente que deveria ser de total proteção", afirmou o delegado.

Tentativas de contato e andamento das investigações

A reportagem do g1 tentou contato com a monitora suspeita para ouvir sua versão dos fatos, mas não obteve retorno até o fechamento desta matéria. As investigações seguem em andamento pela Polícia Civil, que deve colher depoimentos de testemunhas, outras crianças que estavam no ônibus e analisar eventuais provas que possam corroborar ou refutar as acusações.

O caso reacende o debate sobre a fiscalização e capacitação de profissionais que atuam no transporte escolar, além dos protocolos de denúncia em situações de violência contra crianças. A comunidade local acompanha com preocupação o desenrolar das investigações, esperando que a justiça seja feita e que medidas preventivas sejam implementadas para evitar recorrências.

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