Mãe é presa no RS suspeita de torturar filhos de um e três anos com agressões gravadas
Mãe presa no RS por suspeita de torturar filhos pequenos com vídeos

Mãe é presa no Rio Grande do Sul suspeita de torturar filhos pequenos com agressões registradas em vídeo

Uma mulher de 38 anos foi presa na noite de domingo (8) em Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, sob suspeita de cometer atos de tortura contra os dois filhos, um menino de três anos e uma menina de apenas um ano de idade. A prisão em flagrante ocorreu no bairro Restinga, localizado na zona sul da cidade, onde a suspeita reside com as crianças.

Vídeos das agressões enviados ao pai das crianças levaram à denúncia

Conforme informações da Polícia Civil, a investigação teve início após a mulher supostamente gravar vídeos enquanto agredia os filhos e enviar as imagens ao pai das crianças, de quem está separada. Ao receber os registros chocantes, o homem procurou imediatamente ajuda no 21º Batalhão da Polícia Militar, acionando as autoridades.

Policiais militares foram deslocados até a residência da suspeita, onde efetuaram a prisão em flagrante. Durante o atendimento da ocorrência, os agentes também registraram novas imagens das vítimas, que apresentavam claros sinais de violência.

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Crianças apresentam hematomas e ferimentos visíveis

Nas fotografias tiradas pelos policiais, são visíveis diversos arranhões e hematomas em ambas as crianças. A menina de um ano apresenta um ferimento específico no olho direito, enquanto o menino de três anos tem machucados espalhados por várias partes do corpo, indicando agressões repetidas.

A suspeita foi conduzida à 2ª Delegacia de Pronto Atendimento, situada no Palácio da Polícia em Porto Alegre, onde foi formalmente autuada pelos crimes de tortura e lesão corporal. De acordo com relatos policiais, a mulher teria oferecido resistência durante a prisão e feito ameaças contra os policiais presentes no local.

Polícia solicita prisão preventiva e preserva identidade das vítimas

A Polícia Civil já solicitou a conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva, visando garantir a segurança das crianças e a continuidade das investigações. As autoridades optaram por não divulgar publicamente as imagens do caso, medida tomada para preservar a identidade e a integridade psicológica das jovens vítimas.

O caso segue sob investigação da delegacia especializada, que analisa todos os elementos coletados para embasar as acusações contra a mãe das crianças. A situação chocou a comunidade local e reacendeu debates sobre a proteção de menores em situações de vulnerabilidade familiar.

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