Mãe e padrasto são presos por estupro e maus-tratos contra menina de 3 anos em Sumaré
A Polícia Civil de Sumaré, no interior de São Paulo, prendeu na manhã de quinta-feira (16) a mãe e o padrasto de uma menina de apenas 3 anos. O casal é suspeito de cometer os crimes de estupro, lesão corporal e maus-tratos contra a criança, em um caso que chocou a região.
Denúncia da creche iniciou investigação
Segundo as autoridades policiais, a investigação teve início na quarta-feira (15), após a creche onde a menina frequenta fazer uma denúncia formal. Os funcionários do local observaram que a criança apresentava machucados visíveis por todo o corpo e imediatamente acionaram os órgãos competentes.
Com a denúncia em mãos, a menina foi levada a um posto de saúde para avaliação médica. Os exames realizados confirmaram a presença das lesões, o que reforçou as suspeitas de violência e abuso.
Operação policial e prisão do casal
Na manhã seguinte, policiais da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Sumaré seguiram para a residência do casal. No local, o padrasto tentou fugir, mas foi rapidamente contido e preso pelos agentes. A mãe da criança também foi detida no mesmo endereço.
Na delegacia, a polícia realizou uma checagem dos registros dos presos e descobriu informações alarmantes. O homem estava foragido da justiça após ser condenado a 19 anos de prisão por estupro de vulnerável em um caso anterior. Já a mãe havia sido abordada pela polícia no ano passado, após tentar doar um bebê na cidade de Monte Mor (SP).
Histórico de acompanhamento e encaminhamento
O casal era acompanhado pelo Conselho Tutelar local, o que levanta questões sobre a eficácia dos mecanismos de proteção à criança. Após as prisões, os dois foram encaminhados à Cadeia Pública de Sumaré, onde aguardam as próximas etapas do processo judicial.
Este caso trágico reforça a importância de observar sinais de violência e abuso sexual infantil, como mudanças de comportamento, machucados inexplicáveis e relatos das crianças. A sociedade deve estar atenta e denunciar qualquer suspeita às autoridades competentes.



