Justiça mantém prisão de vereador que agrediu namorada com chave de rodas em MT
Justiça mantém prisão de vereador por agressão com chave de rodas

Justiça mantém prisão preventiva de vereador acusado de agredir namorada com chave de rodas

A Justiça de Mato Grosso decidiu manter, neste domingo (26), a prisão preventiva do vereador Júnior Chaveiro (PL), acusado de agredir a namorada com uma chave de rodas. O crime ocorreu no dia 19 de janeiro, após o casal sair de um festival em Barra do Bugres (MT). O parlamentar chegou a ficar foragido, mas foi localizado e detido pela polícia no sábado (25), em Cuiabá.

Vereador nega acusações e alega legítima defesa

Em depoimento, Júnior Chaveiro negou as acusações de agressão. Ele afirmou que reagiu após ser agredido pela namorada e disse que provará sua inocência. A defesa do vereador ainda não se manifestou oficialmente sobre a decisão judicial.

Reversão da decisão inicial

Inicialmente, um juiz plantonista havia negado o pedido de prisão preventiva do parlamentar. No entanto, o Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) recorreu da decisão, e a Justiça reverteu o entendimento anterior. Após a nova determinação, o vereador compareceu à delegacia para prestar esclarecimentos e informou seu endereço residencial. Quando os policiais foram ao local para cumprir a ordem de prisão, ele não foi encontrado, sendo considerado foragido.

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Localização e cumprimento da pena

No sábado (25), Júnior Chaveiro foi localizado pela polícia em Cuiabá e preso. Ele agora cumpre prisão preventiva, suspeito de violência doméstica contra a namorada.

Câmara de Vereadores afasta parlamentar do cargo

Um dia após as agressões, a Câmara de Vereadores de Barra do Bugres realizou uma sessão extraordinária. Por unanimidade, os vereadores votaram pelo afastamento de Júnior Chaveiro do cargo de presidente da Casa e também de sua atuação como vereador. A suspensão tem prazo de 90 dias, podendo ser prorrogada, para evitar interferência nas investigações.

Partido também toma medidas

O Partido Liberal (PL), legenda do vereador, também o afastou de suas atribuições partidárias e abriu um procedimento interno que pode resultar na expulsão do parlamentar da sigla.

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