Professor de artes marciais preso por abuso sexual de adolescentes em RO
Professor de artes marciais preso por abuso sexual em RO

Um professor de artes marciais foi detido nesta sexta-feira (8) em Vilhena, interior de Rondônia, sob suspeita de cometer crimes sexuais contra adolescentes. A prisão foi realizada por equipes da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) e da Delegacia de Homicídios, após investigações que apontaram o envolvimento do suspeito em casos de estupro, assédio e importunação sexual envolvendo oito vítimas.

Investigação e apoio de órgãos de proteção

De acordo com a Polícia Civil, as investigações tiveram início a partir de denúncias recebidas durante as aulas e atividades esportivas ministradas pelo professor. O caso contou com o apoio do Conselho Tutelar e do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), que auxiliaram no acolhimento das vítimas e no encaminhamento das denúncias às autoridades. A Federação de Artes Marciais também colaborou com as investigações, orientando as vítimas no registro das ocorrências e reforçando a importância do cumprimento das normas éticas no esporte.

Campanha Maio Laranja

A prisão ocorreu durante a campanha Maio Laranja, iniciativa que busca conscientizar a população sobre o combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes. Segundo a Polícia Civil, a atuação conjunta entre os órgãos de proteção e a segurança pública foi essencial para a coleta de provas e para garantir atendimento psicológico e social às vítimas.

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Sigilo e denúncias

A polícia informou que o caso segue sob sigilo para proteger a identidade dos adolescentes, conforme prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Denúncias de violência contra menores podem ser feitas de forma anônima pelo Disque 100 ou diretamente nas unidades da Polícia Civil e Conselhos Tutelares.

Sinais de abuso e como proteger as crianças

Especialistas alertam que é fundamental estar atento a mudanças de comportamento, como isolamento, medo de contato físico, queda no rendimento escolar ou agressividade. Pais e responsáveis devem manter diálogo aberto com as crianças e ensinar sobre limites corporais. Em caso de suspeita, a denúncia imediata é essencial para interromper o ciclo de violência.

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