Trancista é assassinada em Araguari após ser atraída por suspeito que fugiu com sua moto
Trancista assassinada em Araguari; suspeito fugiu com sua moto

Trancista é assassinada em Araguari; suspeito fugiu na moto da vítima

A trancista Luana Carolina de Melo, de 27 anos, foi encontrada morta na noite de domingo (22) dentro da casa de um conhecido, na rua Corumbá, no bairro Brasília, em Araguari. A Polícia Militar (PM) trata o caso inicialmente como feminicídio, com indícios de estrangulamento e possíveis sinais de violência sexual, cuja confirmação depende de exames periciais.

Como o crime ocorreu

Segundo a PM, familiares relataram que Luana foi atraída até a casa do suspeito após o homem, de 38 anos, informar que teria encontrado uma bolsa que ela supostamente havia perdido. Após ir até o endereço, a vítima deixou de responder mensagens e ligações para a família, levantando preocupações imediatas.

Horas depois, o corpo foi localizado por um parente do próprio suspeito. Luana estava deitada no sofá, parcialmente despida e com um fio enrolado no pescoço. De acordo com os policiais, ela já estava sem vida quando foi encontrada, e o boletim de ocorrência detalha os indícios de violência.

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Fuga do suspeito e investigações

A polícia informou que o suspeito fugiu após o crime, levando o celular e a motocicleta da vítima. Ele mora no imóvel onde o corpo foi encontrado e, segundo familiares, já teria mantido "vínculo familiar indireto com a vítima" e apresentava comportamento obsessivo em relação a ela. A polícia não detalhou qual o grau de parentesco, mas ressaltou que o caso está sob investigação para apurar todos os detalhes.

O nome do suspeito não foi divulgado pela corporação, que segue em busca de pistas para localizá-lo. A motivação do crime ainda está sendo investigada, com foco nas circunstâncias que levaram Luana até a residência do acusado.

Impacto na comunidade

O assassinato de Luana Carolina de Melo chocou a comunidade de Araguari, destacando a gravidade dos casos de violência contra mulheres. Autoridades locais têm enfatizado a importância de denúncias e medidas preventivas para combater o feminicídio, um problema persistente em várias regiões do país.

Enquanto isso, a família da vítima aguarda os resultados dos exames periciais para confirmar as causas da morte e os possíveis abusos sofridos. A polícia continua a coletar evidências e depoimentos para fortalecer o caso e garantir que o responsável seja levado à justiça.

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