Suspeito de estuprar jovem com transtorno mental é preso no Amapá após exame de DNA
Um homem de 34 anos foi preso nesta terça-feira, 14 de maio, acusado de estuprar uma jovem de 26 anos que possui transtorno mental. A prisão ocorreu na comunidade Igarapé do Felipe, localizada na região do Maracá, em Mazagão, no Amapá, uma área de difícil acesso. O crime aconteceu no ano de 2024, e a identificação do suspeito foi possível graças a um exame de DNA que comprovou que ele é o pai do bebê gerado pela vítima.
Investigações complexas e descoberta do crime
As investigações policiais revelaram que a vítima, devido à sua condição mental, não tinha capacidade de consentir para o ato sexual, o que caracteriza o crime de estupro. A polícia foi acionada após a tia da jovem tentar adotar a criança e solicitar um exame de DNA à Polícia Científica do Amapá (PCA). Esse laudo foi decisivo para confirmar a autoria do crime, levando à prisão do suspeito.
A delegada Lívia Pontes, responsável pelo caso, destacou a gravidade da situação. “A condição de saúde da vítima não permitia consentimento para ato sexual. O crime resultou em gravidez, e foi durante o processo de adoção que as autoridades tomaram conhecimento. As investigações foram complexas porque a vítima não conseguia se comunicar adequadamente. Chegamos a um suspeito principal e, com o apoio da Polícia Científica, confirmamos a autoria”, explicou a delegada.
Detalhes da prisão e situação atual
O suspeito foi apresentado às autoridades e permanece preso, à disposição da Justiça. A prisão ocorreu em uma região remota do Amapá, o que exigiu esforços adicionais das forças policiais. O caso chama a atenção para a vulnerabilidade de pessoas com transtornos mentais e a importância de exames forenses, como o DNA, na resolução de crimes graves.
Além disso, as investigações destacaram a necessidade de proteção a grupos vulneráveis e a eficácia da colaboração entre a polícia civil e a polícia científica. O suspeito agora aguarda julgamento, enquanto a vítima e sua família recebem apoio das autoridades locais.



