Um segundo indivíduo envolvido no estupro coletivo de uma adolescente de 17 anos em Copacabana, na zona Sul do Rio de Janeiro, apresentou-se voluntariamente à polícia no início da tarde desta terça-feira, 3 de setembro. O suspeito, que possui 19 anos de idade, está detido na 10ª Delegacia de Polícia, localizada em Botafogo, e deve ser transferido para a 12ª DP, em Copacabana, que é a unidade responsável pelas investigações do caso.
Investigações intensas levam à identificação dos envolvidos
De acordo com informações divulgadas pela Secretaria de Estado de Polícia Civil, a decisão do segundo envolvido em se entregar ocorreu após um intenso trabalho de investigação conduzido pela 12ª DP de Copacabana. As apurações já identificaram cinco pessoas ligadas ao crime: quatro maiores de idade, com 18 e 19 anos, e um menor de 17 anos. Mais cedo nesta terça-feira, um outro suspeito, também de 19 anos, já havia se entregado na mesma delegacia.
Cinco indiciados pelo crime de estupro
A delegacia de Copacabana formalizou a acusação contra os cinco envolvidos no dia 27 de fevereiro. Eles responderão pelo crime de estupro, enquanto o menor de idade será processado por ato infracional análogo ao mesmo delito, conforme esclareceu a Polícia Civil em nota oficial.
Detalhes do crime que chocou o Rio de Janeiro
As investigações apontam que o crime ocorreu em janeiro deste ano. A vítima, uma adolescente de 17 anos, foi convidada por meio de uma mensagem de um colega de escola para visitar a casa de um amigo. Ao chegar ao prédio, o adolescente que a acompanhava insinuou que fariam "algo diferente", proposta que foi imediatamente recusada pela jovem.
No interior do apartamento, a adolescente foi levada a um quarto, onde ficou trancada com quatro homens. Eles insistiam para que ela mantivesse relações sexuais e, diante da negativa, passaram a despir-se e a praticar atos libidinosos mediante violência física e psicológica contra a vítima.
O caso gerou comoção pública e levantou debates sobre a segurança de jovens na cidade. A polícia continua trabalhando para garantir que todos os envolvidos sejam responsabilizados, reforçando a importância das denúncias e do apoio às vítimas de violência sexual.
