Um homem de 41 anos foi preso em Ninheira, no Norte de Minas Gerais, após cometer um latrocínio (roubo seguido de morte) na zona rural de Piripá, na Bahia, nesta quarta-feira (20). A ação conjunta das polícias militares da Bahia e de Minas Gerais resultou na captura do suspeito, que já possuía três mandados de prisão em aberto.
O crime
Policiais da Bahia foram acionados após um homem ser encontrado morto com marcas de tiros às margens de uma estrada rural. Segundo a Polícia Militar, a vítima havia saído de casa por volta das 11h12 em uma motocicleta com destino à cidade de Piripá, onde comercializava bananas no centro comercial. Como ele demorou para retornar, um familiar iniciou buscas na região e encontrou o corpo em uma área de mata, com uma marca de tiro na cabeça.
Investigação e cerco
Imediatamente, a polícia baiana iniciou as buscas e fez contato com a PM de Minas Gerais, especialmente nos municípios que fazem divisa com o estado. “Diante da denúncia, as equipes iniciaram rastreamento e montaram cerco nas principais vias vicinais da região. Durante as diligências, os militares visualizaram um homem conduzindo uma motocicleta com características semelhantes às do veículo roubado, seguindo pela LMG-623, sentido a São João do Paraíso”, disse a PMMG em nota enviada à imprensa.
Prisão e apreensões
Foi realizado cerco e o suspeito foi contido e preso. Durante a abordagem, os policiais localizaram no bolso da calça um revólver calibre .38 com numeração suprimida, municiado com cinco munições intactas e uma deflagrada. Ele também transportava uma bolsa contendo três facas, três chaves de fenda, 23 munições calibre .38, dois aparelhos celulares, pedras diversas e R$ 451 em dinheiro.
Antecedentes criminais
Após a prisão, o homem foi entregue às guarnições da Polícia Militar da Bahia e encaminhado ao plantão da Polícia Civil de Vitória da Conquista (BA). Segundo a polícia baiana, o homem é considerado de alta periculosidade e estava com três mandados de prisão em aberto por crimes de furto e homicídio qualificado. As ordens judiciais eram da Justiça da Bahia, Minas Gerais e Mato Grosso.



