A jovem Naysa Kayllany da Costa Borges Nogueira, de 23 anos, filha de um major da Polícia Militar, foi encontrada morta com sinais de espancamento no último domingo (4), no Rio de Janeiro. O caso, que comoveu a corporação e as redes sociais, está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC).
Pai desabafa nas redes sociais após tragédia
O major da PM Neyfson Borges utilizou suas redes sociais para expressar a dor pela perda da filha. Em uma publicação feita na terça-feira (6), ele escreveu um emocionante desabafo. "Dormi achando que era um pesadelo. Acordei e percebi que não tomaremos mais nosso picolé favorito", lamentou.
O militar também fez um pedido em sua mensagem: "Separa um algodão doce, feito de nuvens aí do céu, para quando nos vermos novamente". Após agradecer o apoio recebido, ele pediu orações para a família e, principalmente, para a filha: "Rezem por nós, principalmente por ela".
Detalhes do crime e a vida da vítima
De acordo com a Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar, policiais do 14º BPM foram acionados após a entrada de uma mulher sem vida na UPA do Jardim Novo. A guarnição se deslocou até a unidade de saúde e constatou que se tratava de Naysa Kayllany, que apresentava múltiplas lesões decorrentes de violência por espancamento.
Naysa tinha planos de se formar em psicologia e trabalhava com maquiagem e alongamento de cílios. A jovem de 23 anos era conhecida por ser fã da saga Harry Potter e torcedora do Flamengo. Seu perfil nas redes sociais revela uma pessoa cheia de vida e planos para o futuro, interrompidos de forma brutal.
Investigação em andamento
Até o momento, não há informações sobre suspeitos ou prisões relacionadas ao caso. Agentes da Delegacia de Homicídios da Capital buscam testemunhas e realizam diligências para esclarecer as circunstâncias do crime e identificar os responsáveis pelo espancamento que levou à morte da jovem.
A Polícia Militar, através de sua assessoria, confirmou o atendimento ao ocorrido e o apoio à família do major, que integra seus quadros. O caso segue sob sigilo investigativo, com a polícia coletando provas e evidências que possam levar à elucidação do crime.