Farmacêutica de 74 anos desaparecida é encontrada morta em córrego em MG
Farmacêutica desaparecida é achada morta em MG

Farmacêutica desaparecida é encontrada morta em córrego na zona rural de Campestre (MG)

A farmacêutica Regina Helena Vieira de Souza Marques, de 74 anos, que estava desaparecida desde a última sexta-feira (17), após sair de São Paulo com destino a Alfenas (MG), foi encontrada morta na manhã de terça-feira (21), na zona rural de Campestre (MG), após três dias de buscas intensas.

O corpo foi localizado dentro de um córrego, sem roupas, com peças e objetos pessoais próximos ao local. As autoridades seguem investigando as circunstâncias da morte.

Quem era a vítima?

Regina Helena Vieira de Souza Marques tinha 74 anos e era farmacêutica. Segundo a Polícia Civil, ela morava em São Paulo, onde tinha uma empresa, e era proprietária de uma fazenda em Alfenas, motivo pelo qual viajava para a cidade quinzenalmente.

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Quando ela desapareceu?

A farmacêutica desapareceu na sexta-feira (17), ao sair de São Paulo com destino a Alfenas. Imagens de câmeras de segurança registraram o carro de Regina passando nas imediações da entrada de uma fazenda em Campestre (MG), o que ajudou a direcionar as buscas para a região.

Quando as buscas começaram?

As buscas tiveram início no domingo (19), após o carro da vítima ser encontrado trancado em uma estrada de terra nas proximidades de uma fazenda de café, no bairro Ibituruna. O local foi periciado pela Polícia Civil, orientando os trabalhos iniciais dos bombeiros. Drones foram utilizados para ampliar o alcance das buscas.

Como o corpo foi encontrado?

Na manhã de terça-feira (21), um funcionário de um cafezal relatou ter encontrado objetos pessoais da farmacêutica, incluindo sapatos e bolsa com documentos, a cerca de 500 metros do ponto onde o carro havia sido localizado. Com base nisso, os bombeiros concentraram as buscas na área e, após varredura no terreno, encontraram o corpo da vítima em um córrego, vestindo apenas roupas íntimas. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Poços de Caldas, onde exames preliminares não apontaram sinais de violência física ou sexual.

Como estão as investigações?

Em entrevista, o delegado Marcos Pimenta, responsável pelo caso, informou que, apesar da ausência de sinais de violência no corpo, materiais foram coletados e enviados para análise detalhada, com prazo de até 30 dias para conclusão dos laudos.

Por que a vítima desviou a rota de viagem?

Ainda não é possível esclarecer o motivo de a farmacêutica ter saído da rota habitual. "Ainda não se sabe o motivo real de ela ter se deslocado para Campestre, na zona rural. Aparentemente ela perdeu o controle direcional do veículo, que ficou impossibilitado de fazer qualquer manobra", afirmou Pimenta. A polícia investiga, com base em depoimentos de familiares, se a mulher apresentava algum tipo de doença de ordem mental.

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