Criança de 2 anos morre com sinais de agressão após ser levada à UPA da Maré no Rio
Criança de 2 anos morre com sinais de agressão na Maré, Rio

Criança de 2 anos morre com sinais de agressão após atendimento na UPA da Maré no Rio

Uma tragédia chocou a comunidade do Complexo da Maré, na Zona Norte do Rio de Janeiro, nesta quinta-feira (12), quando uma criança de apenas 2 anos faleceu após ser levada à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) local. De acordo com informações da Secretaria Estadual de Saúde, a vítima apresentava sinais evidentes de agressão, o que levou ao acionamento imediato das autoridades competentes para investigar as circunstâncias do ocorrido.

Investigação em andamento pela Delegacia de Homicídios da Capital

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) assumiu o caso e já iniciou as diligências para esclarecer os fatos. Testemunhas e moradores da região relataram à polícia que o principal suspeito seria o padrasto da criança, embora as investigações ainda estejam em fase preliminar para confirmar essa informação e apurar possíveis responsabilidades.

O corpo da criança foi encaminhado ao Instituto Médico Legal Afrânio Peixoto, localizado no Centro do Rio, onde será realizado o exame de necropsia para determinar a causa exata da morte e coletar evidências que possam auxiliar nas investigações. A Secretaria Estadual de Saúde emitiu uma nota reforçando o compromisso com a transparência e a colaboração com as autoridades policiais.

Reação da comunidade e contexto social

O caso gerou comoção entre os moradores do Complexo da Maré, uma área conhecida por desafios sociais e de segurança pública. Muitos residentes expressaram indignação e tristeza, destacando a vulnerabilidade de crianças em situações de violência doméstica. Especialistas em direitos humanos e proteção infantil alertam para a importância de denúncias e ações preventivas em casos semelhantes.

As autoridades reforçam que qualquer informação sobre agressões ou suspeitas deve ser reportada imediatamente aos canais de denúncia, como o Disque 100 ou as delegacias especializadas. A investigação continua, e novas atualizações são esperadas conforme a polícia avança nas apurações.