Operação conjunta apreende 214 kg de cocaína em caminhão no Porto de Santos
Uma ação integrada entre a Receita Federal, a Polícia Federal e a Guarda Portuária de Santos resultou na apreensão de 214 quilos de cocaína escondidos no forro do teto de um caminhão, nesta quinta-feira (12), no Porto de Santos, no litoral de São Paulo. O motorista do veículo foi preso em flagrante durante a operação.
Vigilância aduaneira leva à descoberta da droga
Segundo informações da Receita Federal, a droga foi localizada durante um trabalho rotineiro de vigilância e buscas aduaneiras, quando agentes do órgão monitoravam a movimentação em um terminal do porto. O procedimento resultou na seleção e verificação de quatro caminhões que transportavam contêineres para o interior de um navio.
Durante a inspeção detalhada dos veículos, os fiscais identificaram anomalias no acabamento interno da cabine de um dos caminhões. Ao investigarem mais a fundo, encontraram os 214 kg de cocaína cuidadosamente escondidos em sacos plásticos dentro do forro do teto do veículo.
Imagens mostram entorpecente escondido no caminhão
Imagens divulgadas pela Receita Federal revelam a forma como a droga estava camuflada no interior do caminhão. A cocaína foi acondicionada em múltiplos pacotes, estrategicamente posicionados para evitar detecção durante inspeções superficiais.
Após a confirmação da presença da substância ilícita, a Polícia Federal foi imediatamente acionada para assumir os procedimentos de polícia judiciária da União, incluindo a prisão do motorista e o encaminhamento do caso para as investigações criminais subsequentes.
Colaboração entre órgãos fortalece combate ao tráfico
Esta operação destaca a importância da colaboração entre diferentes órgãos de segurança no combate ao tráfico de drogas em pontos estratégicos como portos marítimos. O Porto de Santos, sendo o maior da América Latina, é alvo constante de tentativas de contrabando, exigindo vigilância contínua e ações coordenadas.
A apreensão de 214 kg de cocaína representa um golpe significativo nas rotas de distribuição da droga, evitando que uma grande quantidade de entorpecentes chegasse às ruas. As autoridades continuam investigando possíveis ligações do caso com organizações criminosas maiores.



