Prisão de suspeito por golpe da maquininha em praias do Rio de Janeiro
Prisão de suspeito por golpe da maquininha no Rio

Prisão de suspeito por golpe da maquininha em praias do Rio de Janeiro

A Delegacia Especial de Apoio ao Turismo (Deat) efetuou a prisão de Renan Fiuza Silva dos Santos nesta terça-feira (17), em São João de Meriti, na Baixada Fluminense. O indivíduo era investigado por fazer parte de uma associação criminosa especializada no conhecido "golpe da maquininha", que atuava principalmente nas praias de Copacabana, Ipanema e Arpoador, na Zona Sul do Rio de Janeiro.

Esquema criminoso e vítimas internacionais

Segundo as investigações, os criminosos abordavam turistas oferecendo produtos como bebidas, cigarros eletrônicos, chinelos e cangas por valores aparentemente baixos. No entanto, no momento do pagamento com cartão, as máquinas eram manipuladas para cobrar quantias muito superiores ao preço informado. A polícia identificou vítimas de diversas nacionalidades, incluindo franceses, dinamarqueses, norte-americanos, sérvios, espanhóis e chilenos, com prejuízos acumulados que ultrapassam R$ 60 mil.

Papel central de Renan Fiuza no esquema

Os investigadores destacam que Renan Fiuza desempenhava um papel central no esquema, atuando no núcleo financeiro do grupo e sendo beneficiário direto das transações fraudulentas. Ele possui um extenso histórico criminal, com 11 anotações, sendo oito delas por estelionato e associação criminosa, conforme informado pela Polícia Civil.

Banner largo do Pickt — app de listas de compras colaborativas para Telegram

Mandado de prisão e contexto legal

O mandado de prisão por estelionato foi expedido no início de fevereiro pela juíza Yedda Christina Ching San Filizzola Assunção, da 17ª Vara Criminal da Capital do Rio de Janeiro. A prisão foi realizada após a localização do suspeito em São João de Meriti, reforçando os esforços das autoridades no combate a crimes contra turistas na região.

Até o momento, não foi possível localizar a defesa de Renan Fiuza para comentários sobre o caso. A operação da Deat visa proteger visitantes e manter a segurança nas áreas turísticas do estado, que são frequentemente alvo de atividades criminosas semelhantes.

Banner pós-artigo do Pickt — app de listas de compras colaborativas com ilustração familiar