PF incinera 8 toneladas de drogas apreendidas em Minas Gerais em 2025
PF destrói 8 toneladas de drogas em forno de siderúrgica

A Polícia Federal (PF) realizou na manhã de terça-feira, 6 de janeiro de 2026, a destruição de um grande volume de entorpecentes apreendidos no estado de Minas Gerais. Foram incineradas quase 8 toneladas de drogas, em um procedimento que contou com um forte esquema de segurança.

Detalhes da Operação de Destruição

O montante destruído era composto por 6,5 toneladas de maconha e 1,3 tonelada de cocaína. Todas as substâncias haviam sido apreendidas ao longo do ano de 2025, durante investigações e ações de fiscalização voltadas a desarticular rotas de distribuição de drogas no território mineiro.

A incineração foi conduzida em fornos de alta temperatura de uma siderúrgica localizada em Minas Gerais. Segundo a PF, essa metodologia garante a destruição completa e segura do material, sem causar danos ao meio ambiente, seguindo rigorosamente todos os protocolos legais estabelecidos.

Segurança e Logística da Ação

A corporação destacou que toda a operação, desde o transporte até a efetiva destruição das drogas, foi realizada com um esquema de segurança reforçado. O objetivo era evitar qualquer tipo de incidente ou desvio durante o processo.

A escolha por utilizar os fornos industriais de uma siderúrgica representa uma solução técnica eficiente para um desafio logístico complexo: a destinação final de grandes quantidades de produtos ilícitos apreendidos.

Impacto no Combate ao Narcotráfico

A incineração de quase 8 toneladas de drogas simboliza um golpe significativo contra o aparato logístico do tráfico na região. A operação evidencia o volume expressivo de entorpecentes que circulavam por Minas Gerais antes de serem interceptados pelas forças de segurança.

Além de retirar uma enorme quantidade de drogas de circulação, ações como essa têm um caráter simbólico importante, demonstrando à população o resultado prático do trabalho de investigação e repressão realizado pela Polícia Federal.

A destruição final, realizada de forma ambientalmente adequada, encerra o ciclo operacional, impedindo que as apreensões retornem ao mercado ilegal ou causem outros tipos de problemas.