PF e PM do Ceará destroem plantação de 15 mil pés de maconha no Maciço do Baturité
PF destrói 15 mil pés de maconha no Ceará; ninguém preso

Uma grande operação das forças de segurança resultou na destruição de uma extensa plantação de cannabis, conhecida popularmente como maconha, na região serrana do Ceará. A ação ocorreu nesta quarta-feira, 24 de abril, em uma área entre os municípios de Mulungu e Pacoti, localizados no Maciço do Baturité.

Operação conjunta mobiliza 50 policiais

Cerca de 50 agentes, integrando equipes da Polícia Federal e da Polícia Militar do Ceará, participaram da investida. O objetivo central da operação foi combater o crime organizado associado ao tráfico de drogas e reduzir a oferta de entorpecentes no mercado.

No local, os policiais encontraram uma plantação de dimensões consideráveis. De acordo com as informações oficiais, o cultivo ilegal contava com entre 10 mil e 15 mil pés da planta cannabis. Todas as mudas foram cortadas e, em seguida, incineradas no próprio terreno onde estavam sendo cultivadas.

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Indícios de laboratório para produção de haxixe

Além da plantação em si, os agentes encontraram evidências que apontam para a existência de um laboratório clandestino para extração de óleo de haxixe no local. O haxixe é uma substância concentrada, derivada da cannabis, que possui alto teor de THC, o principal componente psicoativo da droga.

A descoberta desse tipo de estrutura na região surpreendeu as autoridades. A Polícia Federal classificou a plantação como uma "descoberta inédita na região", que tradicionalmente não faz parte dos eixos conhecidos de cultivo da droga no estado do Ceará.

Ninguém foi preso durante a ação

Apesar do sucesso na destruição do cultivo ilegal, nenhuma pessoa foi presa durante a operação. A corporação policial segue com as investigações para identificar e localizar os responsáveis pela implantação e manutenção da extensa plantação e do suposto laboratório.

A ação reforça o trabalho contínuo das forças de segurança no combate ao narcotráfico e ao crime organizado, buscando interceptar a produção de drogas antes que elas cheguem às ruas. A queima das plantas no local é uma prática comum nesse tipo de operação, visando a destruição total do produto ilegal.

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