Mulher é presa em Mato Grosso por comprar remédio para emagrecer proibido pela Anvisa
Preso em MT por comprar remédio proibido para perda de peso

Mulher é detida em Mato Grosso por adquirir medicamento para emagrecer ilegal

Uma mulher de 38 anos foi presa nesta quinta-feira, dia 5, na cidade de Porto Alegre do Norte, localizada a aproximadamente 1.143 quilômetros de Cuiabá, capital de Mato Grosso. A detenção ocorreu após a suspeita de compra de Tirzepatida, um medicamento para perda de peso que é expressamente proibido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no território brasileiro.

Investigação revela rede de distribuição ilegal

De acordo com informações fornecidas pela Polícia Civil, a mulher confessou durante o interrogatório que adquiriu o produto de uma vendedora residente no estado de Goiás, com o objetivo de uso estético. Ela admitiu estar ciente de que se tratava de um item de consumo vedado no país, o que agrava a situação legal.

O medicamento foi enviado por meio dos Correios, e a prisão em flagrante aconteceu no momento em que a suspeita se dirigiu à agência postal para retirar a encomenda. Os policiais já aguardavam no local, resultando na sua imediata detenção e na apreensão do material.

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Operação policial desmantela esquema de importação proibida

A investigação que culminou nessa prisão teve início com a Polícia Civil de Goiás, que está apurando um crime de importação e distribuição de produtos terapêuticos ou medicinais sem procedência regularizada. No dia 28 de janeiro, uma enfermeira foi presa em flagrante por enviar, também através dos Correios, medicamentos importados que são ilegais para venda conforme determinação da Anvisa.

Os investigadores descobriram que essa enfermeira distribuía os remédios proibidos para diversos estados brasileiros, incluindo Mato Grosso. Foi assim que a equipe policial identificou uma das remessas destinadas a Porto Alegre do Norte, montando uma operação de vigilância na agência dos Correios para interceptar a destinatária.

Após a prisão, a mulher foi conduzida à delegacia, onde o caso continua sob investigação aprofundada. As autoridades reforçam que a comercialização e o uso de medicamentos não autorizados representam riscos significativos à saúde pública e são combatidos com rigor pela legislação brasileira.

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