Dono da página 'Choquei' é preso pela PF em operação contra lavagem de R$ 1,6 bilhão
Raphael Sousa Oliveira, fundador e proprietário da página de fofocas 'Choquei', foi preso nesta quarta-feira (15) durante uma operação da Polícia Federal que investiga uma organização criminosa acusada de lavagem de dinheiro e transações ilegais que ultrapassam R$ 1,6 bilhão. A ação, que mobilizou agentes federais, também resultou na prisão de outros envolvidos, incluindo os cantores MC Ryan SP e MC Poze do Rodo.
Perfil de Raphael Sousa Oliveira e a página 'Choquei'
Com 1,4 milhão de seguidores em seu perfil pessoal no Instagram, Raphael costuma compartilhar momentos de trabalho e lazer, além de viagens internacionais para destinos como Itália, Portugal, Grécia, Qatar e Estados Unidos. Já a página 'Choquei', que ele administra, possui mais de 27 milhões de seguidores na mesma rede social, sendo anunciada como uma fonte de "fofocas exclusivas" sobre celebridades, bastidores de produções e novidades do entretenimento.
Estrutura empresarial e investigação da Receita Federal
Segundo dados da Receita Federal, Raphael é sócio-administrador de duas empresas vinculadas à página 'Choquei', ambas com sede em Goiânia. A primeira empresa foi fundada em 2019, e a segunda, dois anos depois, em 2021. A operação da Polícia Federal visa desarticular uma rede criminosa suspeita de realizar operações financeiras ilícitas em larga escala, com valores que chegam a bilhões de reais.
Detalhes da operação e envolvidos
A ação policial, que ainda está em andamento, investiga transações ilegais e lavagem de dinheiro por meio das empresas ligadas à 'Choquei'. Além de Raphael e dos cantores citados, a PF busca outros possíveis integrantes da organização. As investigações apontam para um esquema complexo que movimentou recursos vultosos, com impacto significativo no sistema financeiro.
As autoridades reforçam que a prisão dos envolvidos é um passo crucial no combate ao crime organizado e à corrupção, destacando a importância de operações como esta para a segurança pública e a integridade do mercado. A população aguarda mais detalhes sobre o desfecho do caso, que promete revelar novos aspectos sobre o funcionamento de redes criminosas no Brasil.



