A Polícia Federal (PF) concluiu, após análise de cinco laudos periciais, que a morte de um homem investigado como sicário em Minas Gerais foi suicídio. O caso, que ocorreu em abril de 2026, gerou controvérsia e foi alvo de investigação aprofundada.
Detalhes da investigação
De acordo com a PF, os laudos periciais foram realizados por diferentes especialistas e apontaram de forma consistente para o suicídio. A vítima era suspeita de envolvimento em crimes de homicídio na região. A investigação descartou a hipótese de homicídio, que havia sido levantada inicialmente.
Os laudos periciais
Os cinco laudos incluíram análises de balística, de impressões digitais, de DNA, de toxicologia e de trajetória do projétil. Todos convergiram para a conclusão de que o disparo foi autoinfligido. A PF destacou que não foram encontrados indícios de luta ou de presença de terceiros no local.
Repercussão do caso
A morte do suspeito gerou comoção e questionamentos na comunidade local. Familiares da vítima chegaram a contestar a versão oficial, mas as provas periciais foram consideradas robustas pela PF. O caso foi arquivado após a conclusão da investigação.
A PF reiterou que todas as etapas foram cumpridas de acordo com o protocolo e que a transparência foi mantida durante todo o processo.



