Vendedor de algodão-doce é preso preventivamente por filmar criança de 2 anos em parque de Cascavel
Homem preso por filmar criança de 2 anos sem autorização em Cascavel

A Polícia Civil do Paraná cumpriu, neste sábado (7), um mandado de prisão preventiva contra um vendedor de algodão-doce, acusado de filmar uma menina de 2 anos sem autorização em um parque de Cascavel, no oeste do estado. A identidade do homem não foi divulgada pelas autoridades.

Flagrante e tentativa de apagar evidências

De acordo com informações da Polícia Militar, a mãe da criança percebeu que o suspeito apontava seu celular na direção da filha enquanto ela brincava no parquinho. Ao ser questionado, o homem ficou visivelmente nervoso e tentou apagar os vídeos armazenados no aparelho antes da chegada dos policiais.

Investigação avança e prisão preventiva é decretada

Na ocasião do flagrante, o indivíduo chegou a ser detido, mas foi liberado posteriormente por falta de provas concretas naquele momento. Com o avanço das investigações conduzidas pelo Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crimes (Nucria), a Polícia Civil reuniu novos elementos que sustentaram o pedido de prisão preventiva.

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O pedido foi autorizado pela Justiça e executado neste fim de semana. O celular utilizado no ato foi apreendido e encaminhado para perícia técnica, visando a coleta de evidências digitais.

Enquadramento legal e possíveis outros crimes

Segundo a delegada responsável pelo caso, a conduta do acusado se enquadra na legislação que proíbe a exposição de crianças e adolescentes a situações de constrangimento, mesmo na ausência de contato físico. A Polícia Civil também confirmou que o homem é investigado por outros crimes, embora não tenha especificado quais, indicando a possibilidade de haver outras vítimas.

Encaminhamento e andamento do caso

Após o cumprimento do mandado judicial, o suspeito foi encaminhado ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça. As investigações seguem em andamento, com foco na análise do material apreendido e na apuração de possíveis outros delitos.

Este caso reforça a atuação de órgãos especializados, como o Nucria, no combate a crimes que envolvem a vulnerabilidade de menores, destacando a importância da vigilância coletiva em espaços públicos.

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