Um homem suspeito de invadir uma residência e manter uma família como refém durante um assalto em Bragança, no nordeste do Pará, foi preso pela Polícia Militar. A prisão ocorreu horas após o crime, no município vizinho de Tracuateua.
Detalhes do crime em Bragança
O assalto aconteceu na madrugada de sexta-feira. Criminosos invadiram uma casa, mantiveram os moradores sob ameaça e roubaram diversos objetos de valor, além de um veículo. A ação foi rápida e violenta, deixando a família em situação de extremo pavor.
De acordo com as investigações iniciais, o principal suspeito já estava sob vigilância das autoridades. Ele utilizava uma tornozeleira eletrônica, mas teria rompido o dispositivo justamente para cometer este novo crime. A quebra do monitoramento foi um dos fatores que agilizou sua localização.
Ação policial e prisões
A Polícia Militar seguiu pistas que levaram até Tracuateua, cidade próxima a Bragança. Lá, foi possível prender o homem apontado como líder da ação criminosa. Durante a operação, uma mulher também foi detida. Ela é suspeita de ter cedido a casa onde os criminosos se esconderam após a invasão.
A polícia conseguiu recuperar integralmente o carro e os objetos roubados, que serão devolvidos à família vítima do assalto. A eficiência no resgate dos bens ameniza, em parte, o trauma sofrido pelos moradores.
Andamento do caso e investigações
Os dois suspeitos foram levados para a delegacia de Polícia Civil de Bragança, onde permanecem à disposição da Justiça. A PM informou que o homem preso não é morador da cidade de Bragança, indicando que o crime pode ter conexões com outras localidades.
As investigações continuam em andamento para identificar e localizar outros possíveis envolvidos na ação criminosa. A polícia trabalha com a hipótese de que mais pessoas tenham participado do planejamento ou da execução do assalto.
O caso chama atenção para a grave violação das condições do monitoramento eletrônico e expõe os riscos de crimes cometidos por indivíduos que já estão sob o olhar do sistema de justiça. A expectativa agora é que a Justiça avalie o caso com rigor, considerando a quebra do dispositivo e a gravidade de tomar uma família inteira como refém.