Funcionária de loja em Itumbiara é presa em flagrante por furtos no próprio local de trabalho
Uma funcionária de 50 anos foi presa em flagrante pela Polícia Civil na terça-feira (3) após ser acusada de realizar diversos furtos no comércio onde trabalhava, localizado na cidade de Itumbiara, em Goiás. A mulher, cujo nome não foi divulgado pelas autoridades, atuava no estabelecimento desde agosto de 2025 e foi descoberta através de câmeras de segurança instaladas pelo empresário, que desconfiou de anormalidades no estoque.
Crimes flagrados por câmeras e prejuízo estimado
De acordo com os investigadores, os furtos incluíam roupas, relógios, calçados, pijamas e dinheiro, ocorrendo em diferentes ocasiões, principalmente após o dia 26 de fevereiro. O empresário, ao perceber irregularidades, decidiu instalar as câmeras que capturaram as imagens do crime no dia anterior à prisão. Ele estima que o prejuízo causado, analisando as gravações, ultrapasse os R$ 10 mil.
Nas imagens divulgadas pela polícia, a funcionária aparece atrás de um balcão pegando e escondendo produtos. A suspeita teria escondido os itens furtados em uma casa vizinha, alegando que planejava abrir seu próprio negócio e não tinha espaço em sua residência.
Confissão e recuperação de mercadorias
Após a prisão, a mulher inicialmente negou o crime, mas, ao ser confrontada com as provas pelos policiais, confessou os furtos e indicou onde a mercadoria estava escondida. O delegado Irineu Pesarini relatou ao g1 que os produtos recuperados foram avaliados em quase R$ 20 mil, com o dono do comércio ainda calculando os demais prejuízos.
"A vítima apresentou algumas notas fiscais e acredita-se que o montante somente das mercadorias chegue a 20 mil reais. Em valores pecuniários, a vítima ainda está contabilizando", afirmou o delegado.
Situação atual da suspeita
A Polícia Civil informou que a funcionária continuava presa até a última atualização da reportagem e deve passar por audiência de custódia ainda nesta quarta-feira (4). A defesa da mulher não foi localizada pelo g1, já que seu nome não foi divulgado oficialmente.
Este caso destaca a importância de medidas de segurança em estabelecimentos comerciais e a vigilância constante para prevenir crimes internos, que podem causar significativos danos financeiros aos empresários.



