Ex-policial militar é preso por matar homem a tiros após briga por chocolate em bar
Ex-policial mata homem após briga por chocolate em bar de João Pessoa

Ex-policial militar é preso por matar homem a tiros após briga por chocolate em bar

Um homem foi morto a tiros após um desentendimento em um bar na noite de sábado, 7 de setembro, no bairro Funcionários II, em João Pessoa, capital da Paraíba. Segundo informações da Polícia Civil, a vítima e o suspeito estavam consumindo bebidas alcoólicas quando a discussão começou.

Motivo banal leva a tragédia fatal

Testemunhas relataram às autoridades que o desentendimento teria ocorrido por causa de um chocolate, um motivo aparentemente trivial que escalou para violência extrema. A delegada Maria das Dores, responsável pelo caso, confirmou que o suspeito é um policial militar reformado.

"Segundo informações levantadas, o indivíduo estava com outro, bebendo aqui neste bar e houve um desentendimento quando um deles, que era um policial reformado, sacou uma arma e efetuou disparos de arma de fogo, uma pistola calibre 380", declarou a delegada em entrevista.

Vítima é atingida por múltiplos tiros e morre no local

A vítima, identificada como Itamar Leite, foi atingida por quatro tiros, com ferimentos na região do pescoço e da face. O homem não resistiu aos ferimentos e faleceu no local do crime, antes da chegada do socorro médico.

O ambiente do bar, que normalmente seria um local de descontração, transformou-se em uma cena de horror, com clientes e funcionários testemunhando a brutalidade do ataque.

Suspeito é preso e encaminhado para a delegacia

O ex-policial militar, cuja identidade não foi divulgada pela polícia, foi preso em flagrante pelos agentes que atenderam à ocorrência. Ele foi encaminhado à Cidade da Polícia Civil de João Pessoa, onde deve responder pelos crimes de homicídio qualificado e porte ilegal de arma de fogo.

A investigação continua para apurar todos os detalhes do caso, incluindo o histórico do suspeito e as circunstâncias exatas que levaram à discussão fatal. A polícia está coletando depoimentos adicionais e analisando evidências para consolidar o inquérito.