Ary Fontoura, aos 93 anos, entra na Justiça para despejar inquilina com dívida de R$ 131 mil
Ary Fontoura pede despejo de inquilina com dívida de R$ 131 mil

Ação judicial de Ary Fontoura busca despejo imediato de inquilina inadimplente

O renomado ator brasileiro Ary Fontoura, aos 93 anos, tomou uma medida drástica ao ingressar com um processo na Justiça do Rio de Janeiro solicitando o despejo imediato de uma inquilina que ocupa uma de suas propriedades na Zona Oeste da capital fluminense. A ação, protocolada em fevereiro deste ano, revela uma situação financeira crítica, com a locatária acumulando uma dívida impressionante de mais de R$ 131 mil em aluguéis não pagos.

Detalhes do processo e acusações de inadimplência

De acordo com os documentos judiciais, a inquilina reside no imóvel desde 2016, mas deixou de honrar os pagamentos regularmente a partir de março de 2024. Fontoura alega que a mulher não quitou os aluguéis há pelo menos 35 meses consecutivos, criando um passivo financeiro significativo. O ator, veterano da televisão brasileira, afirmou que tentou resolver a questão de forma amigável, notificando a locatária sobre a necessidade de desocupação, mas sem sucesso.

A inquilina justificou a permanência no local alegando que está vendendo outra propriedade para liquidar os valores atrasados. No entanto, Fontoura argumenta que essa promessa não se concretizou, levando-o a buscar intervenção judicial. O contrato de locação possui uma garantia de R$ 18 mil, mas o proprietário considera esse valor insuficiente diante da magnitude da dívida acumulada.

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Pedidos específicos na ação judicial

Além do despejo, Ary Fontoura requer na ação:

  • Pagamento integral dos aluguéis atrasados, totalizando R$ 131 mil.
  • Liminar para que a inquilina desocupe o apartamento em um prazo máximo de 15 dias.
  • Quitação do débito no mesmo prazo de 15 dias, sob pena de rescisão definitiva do contrato.
  • Condenação da ré ao pagamento das custas processuais e honorários advocatícios.

O processo destaca a frustração do ator com a situação, enfatizando que todas as tentativas extrajudiciais foram esgotadas antes da medida legal. A defesa de Fontoura sustenta que a morosidade no cumprimento das obrigações contratuais prejudica significativamente os interesses do proprietário, justificando a urgência do despejo.

Contexto e repercussões do caso

Este caso judicial chama a atenção não apenas pela figura pública envolvida, mas também pelas complexidades das relações locatícias no mercado imobiliário carioca. A situação ilustra os desafios enfrentados por proprietários ao lidar com inquilinos inadimplentes, mesmo quando há histórico de longa ocupação. A ação segue tramitando na Justiça do Rio de Janeiro, aguardando decisão sobre os pedidos de liminar e o mérito da causa.

Especialistas em direito imobiliário ressaltam que casos como este podem servir de alerta para a importância de cláusulas contratuais claras e mecanismos eficazes de cobrança. Enquanto isso, Ary Fontoura aguarda uma resolução que permita recuperar o controle sobre seu patrimônio e encerrar esse capítulo conturbado.

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