Comerciante presa por vender emagrecedores ilegais em loja de roupas em Rio Preto
Comerciante presa por vender emagrecedores ilegais em Rio Preto

Comerciante presa por vender emagrecedores ilegais em loja de roupas em Rio Preto

Uma comerciante foi presa em flagrante nesta quinta-feira, 5 de setembro, em São José do Rio Preto, interior de São Paulo, suspeita de comercializar emagrecedores, anabolizantes e outros produtos proibidos em sua loja de roupas femininas. A ação faz parte da operação "Falsa Medida" da Polícia Civil, que cumpriu mandados de busca e apreensão tanto no estabelecimento comercial quanto na residência da mulher, localizada em um condomínio de alto padrão na cidade.

Produtos apreendidos revelam esquema ilegal

Durante as buscas, os policiais encontraram na loja de roupas uma série de itens irregulares, incluindo:

  • Ampolas de emagrecedores de origem paraguaia, cuja comercialização é expressamente proibida no território brasileiro
  • Canetas emagrecedoras de procedência irregular, sem qualquer registro ou autorização dos órgãos competentes
  • Seringas e agulhas descartáveis, utilizadas para a aplicação dos produtos
  • Caixas térmicas especiais para armazenamento e conservação dos medicamentos

Na residência da investigada, foram localizadas ainda mais ampolas de medicamentos proibidos e hormônios masculinos, reforçando as evidências contra a comerciante. Diante do material apreendido, a mulher foi presa em flagrante pelo crime de comercialização de medicamentos sem registro ou autorização, conforme determina a legislação sanitária brasileira.

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Investigação começou com denúncias nas redes sociais

As investigações que levaram à prisão tiveram início após a Polícia Civil identificar publicações suspeitas na internet oferecendo os medicamentos irregulares. Os interessados eram recrutados por meio de uma rede social popular e, em seguida, direcionados para grupos em um aplicativo de mensagens. Nesses grupos, os compradores tinham acesso a:

  1. Informações detalhadas sobre os produtos oferecidos
  2. Valores e condições de pagamento
  3. Instruções para retirada das mercadorias
  4. Local exato onde ocorreria a entrega

O esquema utilizava a loja de roupas femininas como fachada para as atividades ilegais, criando uma aparência de normalidade comercial enquanto distribuía produtos potencialmente perigosos para a saúde pública. A operação "Falsa Medida" demonstra o compromisso das autoridades em combater o comércio irregular de medicamentos, que representa um risco significativo para a população.

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