Ataques deixam quase 30 mortos antes de cessar-fogo entre Rússia e Ucrânia
Ataques matam 30 antes de cessar-fogo Rússia-Ucrânia

Horas antes do início do tão esperado cessar-fogo, Rússia e Ucrânia protagonizaram uma nova troca de ataques que resultou em quase 30 mortes confirmadas. Os bombardeios atingiram áreas residenciais em ambos os países, elevando a tensão às vésperas da trégua, que será implementada em datas distintas.

Balanço dos ataques

De acordo com informações oficiais, pelo menos 28 pessoas perderam a vida nos ataques, que ocorreram entre a noite de terça-feira e a madrugada desta quarta-feira. As forças russas e ucranianas acusam-se mutuamente pela escalada da violência, que ocorre justamente quando as negociações de paz avançavam.

Áreas residenciais atingidas

Imagens divulgadas mostram prédios destruídos e equipes de resgate trabalhando nos escombros. Cidades como Donetsk, Luhansk e Kharkiv, na Ucrânia, e a região de Belgorod, na Rússia, registraram impactos diretos em bairros habitados por civis. Hospitais locais relataram superlotação e necessidade de doação de sangue.

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Cessar-fogo em datas diferentes

A trégua, mediada por organismos internacionais, prevê o fim das hostilidades em momentos distintos para cada lado. Enquanto a Ucrânia se comprometeu a interromper os ataques a partir da meia-noite de quinta-feira, a Rússia iniciará o cessar-fogo apenas na sexta-feira ao amanhecer. A diferença de horários gerou críticas e preocupações sobre possíveis violações.

Reações internacionais

A China, que tem atuado como mediadora, pediu a interrupção rápida e completa das hostilidades. Em comunicado oficial, o chanceler chinês defendeu a retomada segura das negociações e o respeito aos acordos firmados. Já os Estados Unidos e a União Europeia expressaram preocupação com os ataques e cobram o cumprimento do cessar-fogo.

Os combates recentes aumentam a pressão sobre os líderes de ambos os países para que a trégua seja efetiva e duradoura. A comunidade internacional acompanha com apreensão os próximos passos do conflito que já dura mais de dois anos.

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