Tremor de terra de magnitude 2,4 é registrado em Catalão, Goiás
Tremor de terra atinge Catalão, Goiás, com magnitude 2,4

Tremor de terra de magnitude 2,4 é registrado em Catalão, Goiás

Um tremor de terra com magnitude 2,4 na escala Richter foi registrado próximo ao município de Catalão, localizado na região sudeste do estado de Goiás. O evento sísmico ocorreu nesta quinta-feira, 12 de março, às 12h36, e foi captado pelas estações da Rede Sismográfica Brasileira (RSBR), sendo posteriormente analisado pelo Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo (USP).

Detalhes do abalo sísmico em Catalão

De acordo com informações divulgadas pela RSBR, este tremor representa o quarto registro de atividade sísmica no território goiano durante o ano de 2026. A rede, que é coordenada pelo Observatório Nacional (ON/MCTI) e conta com o apoio do Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM), classificou o evento como de baixa magnitude, uma característica comum nos tremores que ocorrem no Brasil.

Especialistas explicam que abalos de baixa magnitude são relativamente frequentes no país e, na maioria das vezes, não são percebidos pela população. Os chamados sismos naturais, como o registrado em Catalão, geralmente são resultantes de grandes pressões geológicas que atuam sobre a crosta terrestre, um fenômeno geológico que pode ocorrer em diversas regiões brasileiras.

Histórico de tremores em Goiás em 2026

Além do tremor em Catalão, outros três eventos sísmicos foram registrados em Goiás no início deste ano, todos concentrados no mês de janeiro. A sequência de abalos inclui dois tremores em Montividiu do Norte e um em Minaçu, conforme os dados oficiais da Rede Sismográfica Brasileira.

Abaixo, a lista completa dos tremores registrados em Goiás em 2026, com suas respectivas magnitudes:

  • 18 de janeiro: Minaçu - Magnitude 3.0
  • 21 de janeiro: Montividiu do Norte - Magnitude 2.1
  • 26 de janeiro: Montividiu do Norte - Magnitude 3.0
  • 12 de março: Catalão - Magnitude 2.4

Este cenário reforça a importância do monitoramento contínuo realizado por instituições como a RSBR e o Centro de Sismologia da USP, que desempenham um papel crucial na coleta e análise de dados sísmicos em todo o território nacional. Apesar da baixa magnitude, o registro desses eventos contribui para um melhor entendimento da atividade geológica no Brasil e para o desenvolvimento de estratégias de prevenção e resposta a possíveis incidentes de maior intensidade.