Em um movimento inédito de transparência, o presidente Donald Trump e o Secretário de Defesa Pete Hegseth divulgaram arquivos confidenciais sobre Fenômenos Anômalos Não Identificados (UAPs) nesta sexta-feira, 8 de maio de 2026. A ação, segundo Trump, faz parte de um "esforço de total e máxima transparência" do governo americano. Os documentos são os primeiros de uma série que será liberada gradualmente pelo Pentágono.
Relatos da Apollo 11
Entre os arquivos já publicados, destacam-se relatórios da tripulação da Apollo 11, a primeira missão a pousar na Lua. Buzz Aldrin, o segundo homem a pisar na superfície lunar, descreveu avistamentos "incomuns" em um áudio gravado uma semana após o retorno à Terra, em julho de 1969. Aldrin afirmou ter observado "algo perto da lua com um tamanho considerável", embora a tripulação tenha especulado que poderia ser uma parte ejetada do foguete Saturno V.
Além disso, Aldrin relatou que, na segunda noite da missão, enquanto tentava dormir com todas as luzes apagadas, viu "pequenos flashes dentro da cabine" que ocorriam em intervalos de alguns minutos. Durante a viagem de regresso, ele também notou uma "fonte de luz brilhante", que a equipe da missão interpretou como um possível laser.
Avistamentos da Apollo 17
Os documentos também incluem relatos da Apollo 17, missão de 1972 que detém o recorde de permanência na superfície lunar: 75 horas. O piloto Ronald Evans descreveu ter visto "partículas brilhantes" próximas à espaçonave pela janela. Seu colega Harrison Schmitt comparou o fenômeno às celebrações do Quatro de Julho, feriado americano marcado por fogos de artifício.
A divulgação desses relatos foi acompanhada por imagens das missões que rapidamente viralizaram nas redes sociais, reacendendo debates sobre a presença de objetos não identificados no espaço.



