Teto de UPA Pediátrica desaba após temporal em Araruama; atendimento é realocado
Uma parte significativa do teto da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Pediátrica de Araruama, localizada na Região dos Lagos do Rio de Janeiro, desabou na tarde desta segunda-feira, 23 de setembro. O incidente ocorreu em decorrência das fortes chuvas que atingiram o município, causando transtornos na infraestrutura local.
Secretaria de Saúde aciona reparos imediatos
A Secretaria Municipal de Saúde de Araruama informou que já acionou a empresa responsável pela manutenção do prédio para realizar os reparos necessários com urgência. Enquanto os trabalhos de conserto não são concluídos, o atendimento pediátrico foi transferido temporariamente para a UPA adulta da cidade.
Essa medida visa garantir a continuidade da assistência médica e a segurança dos pacientes, minimizando os impactos do desabamento. Felizmente, conforme divulgado pela secretaria, nenhuma pessoa ficou ferida durante o ocorrido, o que é um alívio diante da gravidade do evento.
Defesa Civil em estado de alerta permanente
Desde o início do temporal, agentes da Defesa Civil de Araruama estão atuando em campo com vistorias técnicas e monitoramento contínuo. O foco principal é acompanhar áreas com histórico de alagamentos, reduzindo riscos e prestando apoio à população afetada.
De acordo com a superintendente da Defesa Civil, Sheila Mendes, o volume de chuva foi extremamente elevado em um curto intervalo de tempo. Um núcleo de precipitação intensa foi registrado em aproximadamente uma hora, exigindo uma atuação preventiva e o estado de prontidão das equipes.
Medidas preventivas e orientações à população
O município publicou comunicados oficiais orientando os moradores sobre os cuidados necessários durante o período de chuvas. As recomendações incluem:
- Permaneça em locais seguros
- Evite atravessar áreas alagadas
- Não busque abrigo sob árvores
- Fique atento aos alertas da Defesa Civil
Paralelamente, a Secretaria Municipal de Serviços Públicos mantém trabalhos de limpeza e dragagem do Rio Mataruna, considerados fundamentais para evitar transbordamentos. As intervenções incluem a retirada de plantas aquáticas, como gigogas, e a desobstrução do leito do rio, principalmente na região da Ponte do Rio Mataruna.
Na operação, são utilizados equipamentos pesados, como uma escavadeira, duas retroescavadeiras e quatro caminhões, para melhorar o escoamento da água e prevenir novos alagamentos. As equipes seguem mobilizadas para reduzir os impactos do temporal e garantir a segurança da comunidade.



