Criança de 11 anos baleada na cabeça por arma de chumbinho em Minas Gerais
Uma criança de 11 anos encontra-se internada em estado grave no Hospital João XXIII, localizado na região Centro-Sul de Belo Horizonte, após ser atingida na cabeça por um disparo de arma de chumbinho. O incidente ocorreu na sexta-feira, dia 3, na cidade de Augusto de Lima, situada na região Central de Minas Gerais.
Detalhes do acidente
Conforme informações da Polícia Militar, o menino estava na casa de um conhecido acompanhado de sua avó quando o acidente aconteceu. Testemunhas relataram que o disparo ocorreu enquanto a vítima manuseava uma espingarda de pressão junto com seu primo, um adolescente de 13 anos. O jovem teria afirmado que estava mostrando a arma ao menino no momento exato em que o tiro foi disparado, resultando em um ferimento grave na cabeça.
Devido à gravidade da lesão, o menino precisou ser transferido inicialmente para um hospital em Curvelo, também na Região Central de Minas Gerais, e posteriormente encaminhado para Belo Horizonte, onde recebe atendimento especializado no Hospital João XXIII.
Investigação policial
A Polícia Militar apurou que a arma estava sobre uma cama no local do incidente, o que sugere uma possível negligência por parte das crianças envolvidas. Até o momento, o dono do imóvel e da espingarda não foi localizado pelas autoridades, complicando as investigações.
O adolescente de 13 anos, que estava presente no momento do acidente, não conseguiu prestar depoimento à polícia devido ao seu estado emocional abalado. Em resposta ao caso, a Polícia Civil informou, por meio de nota oficial, que abriu um inquérito para investigar as circunstâncias do incidente e apurar responsabilidades.
Contexto e preocupações
Este caso chama a atenção para os riscos associados ao manuseio de armas de pressão, especialmente por crianças e adolescentes. A negligência no armazenamento e uso desses dispositivos pode levar a acidentes graves, como o ocorrido em Augusto de Lima.
As autoridades reforçam a importância de medidas de segurança e supervisão adulta para prevenir situações semelhantes, enquanto a comunidade aguarda o desfecho das investigações e a recuperação da criança.



