Dois homens, de 22 e 44 anos, foram presos na segunda-feira (4) como suspeitos de assassinar Guilherme Carlos Canozi, de 29 anos. O crime ocorreu no dia 22 de março, na Cachoeira do Inferninho, localizada em Campo Grande. A vítima foi morta a facadas e levada até o local.
Investigação da DHPP
De acordo com a Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), o caso começou a ser investigado depois que praticantes de rapel encontraram o corpo da vítima. Guilherme estava sem documentos e utilizava tornozeleira eletrônica. A identificação foi feita após exames periciais. Com isso, os policiais conseguiram acessar o histórico da tornozeleira e refazer os últimos passos de Guilherme, o que levou aos dois suspeitos.
Durante a investigação, a polícia descobriu que a vítima foi mantida presa na noite anterior ao crime. Também identificou o veículo usado para transportá-la até a cachoeira. A Justiça autorizou as prisões e buscas em endereços ligados aos suspeitos. A polícia continua investigando para saber se há outras pessoas envolvidas.
Outro corpo na mesma região
Dois dias depois, em 24 de março, uma mulher foi encontrada morta no mesmo local, com um tiro na testa. Ela também estava sem documentos. A vítima foi identificada como Giovana Castura Werner, de 51 anos. Uma amiga havia registrado que ela estava desaparecida desde o dia 23. O carro dela foi encontrado abandonado no bairro Jardim Colômbia, em Campo Grande, com manchas de sangue, uma pá e uma bala.
Casos separados
Apesar da proximidade dos locais, a polícia acredita que os crimes não têm relação, já que foram cometidos de formas diferentes. As investigações continuam para esclarecer ambos os casos.



