Mecânico é principal suspeito de atropelamento que resultou em amputação de perna em Campo Grande
A Polícia Civil de Campo Grande está em busca do mecânico Reinaldo Henrique da Silva Pamplona, de 28 anos, apontado como o principal suspeito de atropelar a servidora pública Jamile Domingues, de 42 anos, no último sábado (14). O acidente ocorreu na Avenida Brilhante, no bairro Vila Carvalho, por volta de 1h da madrugada, deixando a vítima com ferimentos graves que culminaram na amputação traumática da perna esquerda.
Veículo envolvido é localizado com sinais de colisão
Nesta terça-feira (17), o carro suspeito de ter sido usado no atropelamento foi encontrado no bairro São Conrado, em Campo Grande. O veículo estava coberto por panos e apresentava retrovisores quebrados, danos compatíveis com o acidente relatado. A descoberta reforça as investigações que buscam elucidar as circunstâncias do crime.
Investigadores consideram hipótese de "racha" no momento do atropelamento
O delegado Sam Ricardo, da 6ª Delegacia de Polícia, informou que a investigação está sendo enquadrada como eventual dolo, com a possibilidade de o suspeito estar envolvido em uma corrida ilegal, conhecida como "racha", no momento da colisão. Imagens de câmeras de segurança na Avenida Salgado Filho indicam que o trajeto percorrido pelo veículo foi realizado em um curto intervalo de tempo, embora os registros tenham cerca de três minutos de atraso em relação ao horário exato do acidente.
Detalhes do atropelamento e estado da vítima
Testemunhas relataram que Jamile Domingues atravessava a Avenida Brilhante quando foi atingida por um carro em alta velocidade. Com o impacto violento, ela sofreu a amputação da perna esquerda e foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros, sendo encaminhada em estado grave para a Santa Casa de Campo Grande. O caso tem mobilizado as autoridades locais, que intensificam as buscas pelo suspeito para responsabilizá-lo pelos atos.
As investigações continuam em andamento, com a polícia coletando mais evidências e depoimentos para consolidar o caso. A comunidade aguarda por justiça, enquanto a vítima luta pela recuperação após o trauma sofrido.



