Morcego com raiva é confirmado em Cacoal; aluna é arranhada
Morcego com raiva em Cacoal; aluna arranhada

Um caso de raiva em um morcego foi confirmado em Cacoal, no interior de Rondônia. O animal foi localizado nas dependências do Instituto Federal de Rondônia (Ifro) e apresentava comportamento atípico, como dificuldade para voar, conforme informou a Vigilância em Saúde.

Contato com estudantes

Durante a ocorrência, alguns estudantes tiveram contato com o morcego, e uma aluna chegou a ser arranhada. Apesar do incidente, ela passa bem, sem maiores complicações.

Exame confirmou raiva

O animal foi capturado e encaminhado ao Laboratório Central de Saúde Pública de Rondônia (Lacen), em Porto Velho. O resultado do exame, que confirmou a presença do vírus da raiva, foi divulgado em março deste ano. De acordo com a Vigilância em Saúde, o vírus continua circulando no município. Nos últimos anos, já foram registrados casos de animais infectados tanto na zona urbana quanto na zona rural de Cacoal.

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Alerta do veterinário

O médico veterinário Christian Silva alertou para a gravidade da doença e reforçou as orientações à população. “A orientação é nunca tocar no animal. Quem teve qualquer tipo de contato deve procurar imediatamente o serviço de saúde, porque a raiva é uma doença fatal. Mas, quando a profilaxia é feita corretamente, com vacina e soro, ela funciona muito bem”, explicou.

Sinais de alerta

Ainda segundo o veterinário, morcegos encontrados durante o dia, com dificuldade de locomoção ou comportamento fora do comum já são considerados casos suspeitos e representam risco à saúde.

Bloqueio da doença

Após a confirmação do caso, a Vigilância Ambiental em Saúde informou que vai realizar o bloqueio da doença na região. A ação inclui o reforço da vacinação de cães e gatos em um raio de até 12 quilômetros do local onde o morcego foi encontrado. Na última semana, equipes de saúde estiveram no campus do Ifro para orientar alunos e servidores sobre os riscos da raiva e as principais medidas de prevenção.

Orientações à população

A Vigilância reforça que a população não deve manusear animais silvestres ou com comportamento atípico e deve acionar imediatamente a equipe de Zoonoses ou os serviços de saúde.

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