Nunes Marques é confirmado presidente do TSE; Mendonça assume vice-presidência
Nunes Marques confirmado presidente do TSE; Mendonça será vice

Nunes Marques é eleito presidente do Tribunal Superior Eleitoral

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) realizou nesta terça-feira, 14 de abril de 2026, uma votação simbólica para confirmar o ministro Kassio Nunes Marques como novo presidente da Corte eleitoral. Atualmente vice-presidente, Marques assumirá o comando após o término do mandato da ministra Cármen Lúcia, que completará dois anos à frente do tribunal no final de maio.

Transição antecipada e mudanças na composição

Diante da proximidade do período eleitoral, a ministra Cármen Lúcia decidiu antecipar sua saída para permitir uma transição de gestão mais suave. Ela já sinalizou que pretende deixar o TSE para se dedicar exclusivamente às atividades no Supremo Tribunal Federal (STF). Com isso, o ministro Dias Toffoli assumirá uma vaga efetiva no tribunal eleitoral.

O vice-presidente eleito será o ministro André Mendonça, e a data da posse ainda não foi definida. A escolha do comando é feita por antiguidade entre os ministros que também compõem o STF, o que justifica a votação simbólica.

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Perfil do novo presidente

Natural de Teresina, no Piauí, Kassio Nunes Marques tem 53 anos e foi indicado ao Supremo em 2020 pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, ocupando a vaga deixada pelo ministro aposentado Celso de Mello. Antes de chegar ao STF, atuou como:

  • Desembargador do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em Brasília.
  • Advogado por cerca de 15 anos.
  • Juiz do Tribunal Regional Eleitoral do Piauí.

Composição atualizada do TSE

O TSE é composto por sete ministros, sendo três do STF, dois do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e dois advogados indicados pelo presidente da República. Com a mudança de comando, a composição ficará assim após a saída de Cármen Lúcia:

  1. Cadeiras do STF: Nunes Marques, André Mendonça e Dias Toffoli.
  2. Cadeiras do STJ: Antonio Carlos Ferreira e Ricardo Villas Bôas Cueva.
  3. Cadeiras dos juristas: Floriano de Azevedo Marques e Estela Aranha.

Essa reestruturação visa garantir a estabilidade do tribunal durante o próximo ciclo eleitoral, reforçando a importância de uma gestão eficiente e transparente.

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