Ataques de Israel em Gaza deixam 17 mortos, incluindo crianças e mulheres
Pelo menos dezessete pessoas perderam a vida nesta quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026, em uma série de ataques realizados por Israel na Faixa de Gaza. A informação foi confirmada pela Defesa Civil do território palestino, que atua como organismo de primeiros socorros na região.
Vítimas incluem civis inocentes
Entre os falecidos, estão três crianças e seis mulheres, destacando o impacto devastador sobre a população civil. Dezenas de outras pessoas ficaram feridas nos bombardeios, que atingiram tanto o norte quanto o sul da Faixa de Gaza.
Alguns corpos foram transportados para o hospital Nasser, localizado em Khan Yunis, após os ataques que destruíram tendas e residências na área sul. Outras vítimas foram encaminhadas ao hospital Al-Shifa, na Cidade de Gaza, no norte do território.
Motivação dos ataques
O Exército israelense justificou a ação como uma resposta a disparos de militantes contra seus soldados, que resultaram em um militar gravemente ferido. Em comunicado, as forças israelenses afirmaram ter efetuado ataques de precisão após terroristas abrirem fogo.
Contexto de violência persistente
A violência na Faixa de Gaza continua a ocorrer, mesmo com um cessar-fogo em vigor desde 10 de outubro, como parte do plano proposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Israel e o grupo Hamas trocam acusações sobre violações dessa trégua.
No sábado anterior, os bombardeios israelenses já haviam causado 32 mortos, segundo a Defesa Civil. O Exército israelense reiterou que executa ataques em resposta a quaisquer violações do acordo de cessar-fogo.
A situação humanitária na região permanece crítica, com hospitais sobrecarregados e famílias desabrigadas. A comunidade internacional observa com preocupação o agravamento do conflito, que já dura décadas e afeta profundamente a vida dos civis palestinos.