JPMorgan alerta: fluxo estrangeiro na Bolsa brasileira terá alívio curto
JPMorgan alerta que alívio no fluxo estrangeiro para a Bolsa brasileira é temporário; recomenda cautela com ações e setor de seguros.
JPMorgan alerta que alívio no fluxo estrangeiro para a Bolsa brasileira é temporário; recomenda cautela com ações e setor de seguros.
JPMorgan rebaixa Caixa Seguridade para underweight e mantém BB Seguridade com recomendação de venda, citando múltiplos elevados. Porto Seguro e IRB são preferidos.
Brasil tem 433 mil milionários (US$ 1-5 mi), 19º no ranking global. O país enfrenta maior transferência de riqueza da história, com US$ 9 tri em 20 anos. Private banking precisa ir além da performance.
JPMorgan prevê que alívio no fluxo estrangeiro para a Bolsa brasileira não durará, com saídas de US$ 4,2 bi no 2º tri. Medidas fiscais e juros elevados limitam atratividade.
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RecomendadoNa Expert XP 2026, Felippe Aranha defendeu o stop financeiro pela praticidade, enquanto Léo Molini priorizou a técnica e probabilidade. Ambos reconhecem a importância de combinar os dois métodos.
Trader profissional acerta 55-60% das vezes, mas diferencial é limitar perdas. Em painel na Expert XP, especialistas mostram que controle de risco e disciplina superam taxa de acerto.
A Expert XP 2026 chega ao segundo dia com Will Smith, Mike Pompeo, Gabriel Galípolo e dezenas de painéis sobre economia, política e investimentos.
Fluxo estrangeiro para a B3 voltou a ser positivo em julho, com R$ 4,2 bilhões, mas JPMorgan alerta que movimento é passageiro, citando mercado leve e ausência de catalisadores.
Concurso 1253 da Dia de Sorte tem uma aposta vencedora com 7 acertos, levando R$ 246.802,55. Próximo sorteio será na sexta-feira (24).
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RecomendadoIbovespa fechou em queda de 0,46% nesta quinta-feira, pressionado pela disparada do petróleo que elevou juros futuros e dólar. Petrobras e Vale subiram, mas não evitaram perdas.
O primeiro dia da Expert XP 2026 trouxe reflexões de André Agassi, Janet Yellen e outros sobre trajetória pessoal, alocação de capital e construção de patrimônio.
Para Rodrigo Sgavioli, da XP, risco deve ser medido pela capacidade de atingir objetivos, não só pela oscilação de preços. CDI não é isento de risco para prazos longos.
Cerca de 80% das conversões efetivas de clientes ocorrem entre o quinto e o 12º follow-up, segundo Lucas Chamadoiro, head de Distribuição e XP Consultoria, na Expert XP.
Especialistas apontam que concentrar investimentos apenas no Brasil pode reduzir retornos e aumentar riscos, defendendo diversificação internacional para equilibrar a carteira.
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RecomendadoO fee fixo, modelo de remuneração de assessores de investimentos, deve dobrar de participação nos próximos anos, segundo projeções de especialistas no painel da Expert XP 2026.
O ouro registrou queda de 2,45% nesta quinta-feira, pressionado pela alta do petróleo, do dólar e dos rendimentos dos Treasuries, refletindo aversão ao risco.
Goldman Sachs reduziu participação na Oncoclínicas de 5,55% para 0,70%, mas mantém exposição via outro fundo. Movimento ocorre em meio à recuperação extrajudicial da rede de clínicas.
Octávio Magalhães, da Guepardo Investimentos, afirma que ações brasileiras estão baratas e podem ser mais seguras que NTN-Bs, com retorno de IPCA+15% em empresas desalavancadas.
O Ibovespa registrou a quinta maior alta da história, adicionando R$ 104 bilhões à B3 e aproximando o mercado de R$ 5 trilhões em valor de mercado.
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RecomendadoPara alcançar a liderança no mercado de investimentos no Brasil até 2033, a XP precisa dobrar de tamanho, afirmou o CEO Alexandre Maffra em entrevista.
A estratégia 'basis trade', que aposta na diferença de preço entre futuros e à vista de Treasuries, perde força entre fundos hedge.
Itaú BBA reforça preferência por empresas com receitas em moeda forte; destaca Embraer, Petrobras, Suzano e Vale como proteção cambial em cenário de maior volatilidade do dólar.
Com dólar a R$ 5,08, CDBs na XP oferecem até 14,750% ao ano prefixados; LCAs e LCIs também têm taxas atrativas. Juros futuros sobem com tensões geopolíticas.
O fundo imobiliário VGIA11 caiu 25% após inadimplência de CRA. A gestora classifica a reação do mercado como 'irracional' e afirma que os ativos seguem performando.
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RecomendadoLCIs e LCAs passam a pagar menos em 2026 com fim da isenção, reacendendo debate sobre alternativas de investimento isentas de IR.
LCIs e LCAs pagarão menos a partir de 2026, com o fim da isenção fiscal voltando a ser discutido. Impacto nos investimentos e no mercado financeiro.
LCIs e LCAs deixam de ser isentas de IR em 2026, afetando investidores. Mercado já projeta impactos e alternativas. Entenda.
Vibra (VBBR3) e Gerdau (GGBR4) acumulam altas de 41,16% e 18,90% em 2026 e negociam perto de recordes. Análise técnica mostra suportes e resistências.
LCIs e LCAs perdem isenção fiscal em 2026, enquanto data centers podem destravar R$ 100 bilhões por ano no país. Expert XP 2026 começa com Janet Yellen e Will Smith.
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RecomendadoLCIs e LCAs passam a pagar menos em 2026, com fim da isenção de volta ao radar. Entenda as mudanças e os efeitos para investidores.