Juros ultralongos disparam com emissões de big techs e guerra
Juros de títulos de 30 anos sobem globalmente após emissões recordes de big techs e escalada da guerra na Ucrânia, elevando custos de financiamento.
Juros de títulos de 30 anos sobem globalmente após emissões recordes de big techs e escalada da guerra na Ucrânia, elevando custos de financiamento.
O Banco Central Europeu anuncia hoje sua decisão de juros, com expectativa de manutenção da taxa básica em 4,25% ao ano, em meio a sinais de desaceleração da inflação na zona do euro.
Após o IPCA+, o Tesouro Selic pode ser o próximo título público a pagar uma taxa mais alta, refletindo as expectativas do mercado para a Selic.
Juros futuros sobem no Brasil pressionados por expectativas de inflação e fatores externos, como petróleo e guerra no Oriente Médio.
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RecomendadoDirigente do Fed defende juros moderadamente mais altos para equilibrar perspectivas e riscos econômicos, em discurso recente.
Os juros futuros fecharam perto da estabilidade, influenciados por pesquisa eleitoral e queda do petróleo (PPI), que reduziu prêmios de risco.
Índice de preços cai 0,08% em junho, primeira deflação desde 2022, mas núcleo da inflação permanece elevado, mantendo Fed em alerta para possíveis cortes de juros.
Juros futuros fecharam em forte alta nesta quarta-feira, impulsionados pela disparada do petróleo e pela atenção dos agentes financeiros às expectativas inflacionárias de longo prazo.
A probabilidade de alta de juros pelo Fed em setembro subiu para 72,8%, impulsionada por tensões entre EUA e Irã que elevam o petróleo e preocupações com inflação.
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RecomendadoOs juros futuros sobem no Brasil acompanhando a alta do petróleo e as tensões geopolíticas, que elevam as expectativas de inflação e sinalizam política monetária mais restritiva do Banco Central.
IPCA abaixo do esperado fortalece expectativa de redução da Selic em agosto, mas alta do petróleo mantém alerta. Tesouro Direto registra queda nas taxas de prefixados e IPCA+.
Inflação de junho fica abaixo do esperado pelo mercado, com IPCA de 0,16%. Dado reforça expectativa de corte da Selic em agosto, mas alta do petróleo mantém alerta.
IPCA de junho fica abaixo do esperado, com alta de 0,16%, e fortalece expectativa de redução da Selic em agosto, mas alta do petróleo mantém alerta no mercado.
Inflação de junho fica abaixo do esperado pelo mercado, com alta de 0,16%, fortalecendo expectativas de redução da Selic em agosto, apesar de alertas com o petróleo.
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RecomendadoO Copom cortou a Selic em 0,25 ponto, mas a falta de clareza nos argumentos gerou críticas. Decisão esperada, mas justificativas vagas sobre inflação e política fiscal preocupam.
Relatório de emprego dos EUA decepciona com 57 mil vagas em junho, ante expectativa de 190 mil. Dólar acelera queda e Ibovespa busca reação.
Dívida bruta do Brasil subiu a 81,1% do PIB em maio, acima da expectativa de 80,7%. Déficit primário foi de R$56,1 bilhões, pior que o previsto, segundo o BC.
Mega-Sena sorteia prêmio de R$ 23 milhões no concurso 3.025 nesta terça-feira (30). Apostas vão até as 20h em lotéricas, internet ou app. Sorteio às 21h com transmissão ao vivo.
Copom manteve Selic em 14,25%, mas comunicado vago gerou críticas sobre comunicação do Banco Central, que falhou em sinalizar próximos passos.
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RecomendadoMercado financeiro aguarda o Relatório de Política Monetária do Banco Central para esclarecer dúvidas deixadas pela ata do Copom sobre o horizonte de inflação e a manutenção da Selic.
Juros futuros operam em alta nesta terça-feira, 23, após ata do Copom sinalizar restrição monetária maior por mais tempo e balanço de riscos com assimetria altista.
Com a redução da Selic, especialistas apontam maior atratividade em títulos pós-fixados e melhora na renda variável. Saiba como ajustar sua carteira.
A semana de 22 a 26 de junho tem como destaques a ata do Copom, que detalha a redução da Selic para 14,25%, o IPCA-15 com projeção de alta de 0,44% e o PCE nos EUA, principal indicador de inflação do Fed.
Com a Selic a 14,25%, investidores buscam alternativas em renda fixa. Tesouro IPCA+ atinge recorde, CDBs e LCIs continuam atrativos. Confira recomendações.
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RecomendadoBanco da Inglaterra mantém taxa de juros em 3,75%, contrariando BCE e Banco do Japão. Dois membros votaram por aumento, mas maioria optou por esperar.
Banco Central reduz Selic para 14,25%, mas não sinaliza próximos passos. Economistas divergem: alguns preveem pausa em agosto devido a inflação e atividade econômica.
O Banco Central reduziu a taxa Selic de 14,50% para 14,25% ao ano, em decisão unânime do Copom. Terceiro corte consecutivo, alinhado às expectativas do mercado.
Analistas projetam redução da Selic de 14,5% para 14,25% após acordo EUA-Irã e alívio no petróleo. Decisão do Copom sai nesta quarta.
Comitê de Política Monetária deve reduzir a Selic em 0,25 ponto percentual, mas evitará compromissos futuros diante da inflação elevada e incertezas globais.
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RecomendadoOs pedidos de auxílio-desemprego nos EUA subiram para 229 mil na última semana, acima das expectativas. Mercado de trabalho segue resiliente, com taxas de desemprego estáveis.