Shakira na Praia de Copacabana: um sucesso de público e desafios logísticos
O show de Shakira na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, não movimentou apenas a areia, mas também o setor de dados. Um levantamento da Zoox Smart Data, empresa brasileira de inteligência de dados, ouviu 19 mil pessoas no aeroporto, na rodoviária e no metrô e revelou os acertos e gargalos do evento.
Acertos: curadoria e impacto econômico
O maior acerto foi a curadoria: a escolha da artista foi citada como ponto positivo por 53,7% dos respondentes. O impacto positivo na economia e no turismo da cidade também foi reconhecido por 30,7% do público. Muitos turistas destacaram a oportunidade de conhecer a cidade e movimentar o comércio local durante o evento.
Gargalos: infraestrutura e preços
Entretanto, a infraestrutura logística ainda enfrenta desafios. O principal ponto negativo apontado foi o fluxo de entrada e saída do evento (45,4%), seguido pelos preços de alimentos e bebidas (26,6%). Os organizadores terão que trabalhar para melhorar a mobilidade e a oferta de serviços para as próximas edições.
Onde se hospedar: hotéis lideram
Ao serem questionados sobre onde se hospedaram, os tradicionais hotéis lideraram a preferência, com 36%, seguidos por plataformas de aluguel por temporada, com 25%. Casas de amigos e familiares foram a escolha de 18%. A diversidade de opções mostra a adaptação do público às diferentes necessidades.
Próxima edição: Beyoncé é a favorita
De olho no “Todo Mundo no Rio” de 2027, o público já tem um nome favorito para manter o fôlego comercial: Beyoncé é a preferida de 32,3% dos turistas ouvidos, seguida por Coldplay (19%) e Rihanna (14,7%). A expectativa é que a cantora americana possa repetir o sucesso de Shakira e atrair ainda mais visitantes.



