Taxa de Incêndio 2026 começa a ser cobrada no Rio de Janeiro a partir desta quinta-feira
Taxa de Incêndio 2026 começa a ser cobrada no Rio de Janeiro

Taxa de Incêndio 2026 inicia cobrança no estado do Rio de Janeiro

Começou nesta quinta-feira, 5 de janeiro, o período de pagamento da Taxa de Incêndio 2026 no estado do Rio de Janeiro. A cobrança é obrigatória para todos os proprietários de imóveis urbanos e deve ser quitada até o dia 11 de fevereiro, conforme determinação estadual.

Valores e destinação dos recursos

O valor da taxa varia de acordo com o tipo, o uso e o tamanho do imóvel, partindo de R$ 44 e podendo aumentar significativamente dependendo das características da propriedade. Os recursos arrecadados são direcionados integralmente ao Fundo Especial do Corpo de Bombeiros (Funesbom), que financia a manutenção e o aprimoramento da corporação.

Segundo o tenente-coronel Fábio Contreiras, porta-voz do Corpo de Bombeiros, a taxa é fundamental para sustentar os serviços prestados à população. “É com essa arrecadação que o Corpo de Bombeiros capacita seus militares, adquire viaturas, equipamentos de combate a incêndios, busca e salvamento, além de embarcações e aeronaves. A taxa de incêndio é constitucional e obrigatória”, afirmou ele.

Como pagar e emitir segunda via

Os boletos estão sendo enviados pelos Correios aos contribuintes. Para aqueles que não receberem a cobrança, é possível emitir a segunda via através do site oficial do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro ou pelo aplicativo 193RJ. A corporação orienta que os contribuintes verifiquem cuidadosamente os dados do boleto antes de efetuar o pagamento, assegurando que a taxa seja quitada apenas em nome do Funesbom para evitar possíveis golpes.

Isenções disponíveis

Certos grupos têm direito à isenção da Taxa de Incêndio, incluindo aposentados, pensionistas, pessoas com deficiência, além de igrejas e templos de qualquer culto. No entanto, o benefício não é concedido automaticamente. Para solicitá-lo, é necessário apresentar a documentação exigida em um dos postos do Funesbom, seguindo os procedimentos estabelecidos pela corporação.

Esta cobrança anual reforça o compromisso do estado em manter a operacionalidade do Corpo de Bombeiros, garantindo recursos essenciais para treinamentos, aquisição de equipamentos e outras necessidades críticas de segurança pública.