Emissão de passaportes é suspensa no RS devido a paralisação de delegados da PF
Suspensão de passaportes no RS por paralisação de delegados da PF

Emissão de passaportes é suspensa no Rio Grande do Sul devido a paralisação de delegados da PF

A emissão ou renovação de passaportes está suspensa no Rio Grande do Sul desde quarta-feira, 18 de setembro, e não há previsão de retomada do serviço. O motivo é a paralisação de delegados da Polícia Federal (PF), que buscam pressionar por melhorias na carreira e pela criação de um fundo de combate ao crime organizado no país.

Detalhes da paralisação e seus impactos

Conforme a Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF), os agentes estão em movimento para exigir que o governo federal encaminhe ao Congresso Nacional um projeto de lei que estabeleça o fundo de combate ao crime organizado. Essa medida visa fortalecer as ações de segurança pública em nível nacional.

Os serviços afetados incluem:

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  • Emissão e renovação de passaportes em cidades como Porto Alegre, Caxias do Sul, Passo Fundo, Santa Cruz do Sul e Santana do Livramento.
  • Retirada de passaportes já emitidos, que também está suspensa.
  • Serviços administrativos e operacionais da Polícia Federal no estado.

Para quem já possui horário marcado, o atendimento está mantido, mas novos agendamentos não estão disponíveis. Apenas casos considerados de urgência estão sendo atendidos, conforme informado pela PF.

Contexto e reações

A Superintendência da Polícia Federal no Rio Grande do Sul destacou que o caso está sendo tratado pela sede em Brasília, que ainda não havia se manifestado até a última atualização desta reportagem. A paralisação reflete tensões internas na corporação, com delegados buscando avanços na carreira e no combate ao crime organizado.

Esta situação pode afetar milhares de cidadãos gaúchos que dependem dos serviços de passaporte para viagens internacionais, negócios ou questões pessoais. A falta de previsão para a normalização dos serviços aumenta a incerteza entre a população.

Especialistas alertam que paralisações como esta podem ter repercussões significativas na economia e na mobilidade, especialmente em um estado com forte atividade comercial e turística. A criação do fundo de combate ao crime organizado, se aprovado, poderia representar um avanço na segurança pública, mas sua tramitação no Congresso ainda é incerta.

Enquanto isso, os cidadãos são orientados a acompanhar atualizações por canais oficiais da Polícia Federal e a considerar alternativas, como postergar viagens ou buscar informações sobre atendimentos de urgência, caso necessário.

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