Prefeitura de João Pessoa reforça proibição de comércio no Terminal da Lagoa
Proibição de comércio no Terminal da Lagoa em João Pessoa

Prefeitura de João Pessoa reforça proibição de comércio no Terminal da Lagoa

A Prefeitura de João Pessoa intensificou a proibição do comércio realizado por vendedores ambulantes no terminal de ônibus do Parque Solon de Lucena, popularmente conhecido como Lagoa, localizado no Centro da cidade. A decisão está fundamentada na Lei Complementar nº 07/1995 do Código de Posturas do Município, e a prefeitura planeja estender essa aplicação para outros terminais da região, visando uma padronização das normas urbanas.

Motivação da medida após incidente grave

Há pouco mais de uma semana, um incidente grave foi registrado no local, onde um idoso caiu e acabou sendo atingido por um ônibus, em meio a um tumulto causado pela presença dos comerciantes. De acordo com a prefeitura, o objetivo principal da mudança é minimizar os riscos de acidentes no ponto de embarque e desembarque de passageiros, que estaria sendo obstruído pelas atividades comerciais irregulares.

Campanha educativa e reforço da fiscalização

Desde terça-feira, dia 3, uma campanha educativa tem sido realizada para conscientizar a população sobre a nova medida. Durante essa ação, foram fixados adesivos no terminal do Parque Solon de Lucena, indicando claramente que a área é restrita para embarque e desembarque de passageiros, com o intuito de evitar confusões e garantir a segurança dos usuários.

A Prefeitura de João Pessoa também anunciou um reforço permanente da fiscalização no local, que deve receber uma base fixa da Semob-JP (Secretaria de Mobilidade Urbana). Essa iniciativa busca assegurar o cumprimento da proibição e prevenir futuras infrações, promovendo um ambiente mais organizado e seguro para todos.

Alternativas para os comerciantes

Até o momento, a prefeitura não divulgou uma nova opção de local recomendada para os comerciantes afetados. No entanto, segundo informações oficiais, está sendo realizada uma avaliação de possíveis novos pontos de comércio na cidade. Enquanto isso, 150 boxes seguem disponíveis no Mercado Central, oferecendo uma alternativa temporária para os vendedores que precisam realocar suas atividades.

Essa medida reflete um esforço contínuo da administração municipal em equilibrar a ordem urbana com as necessidades econômicas da população, priorizando a segurança pública em áreas de grande fluxo de pessoas.