A trend "2026 é o novo 2016" tem tomado conta das redes sociais, despertando uma forte onda de nostalgia entre usuários e celebridades. A comparação entre os dois períodos resgata lembranças de uma época marcada por músicas icônicas, moda distintiva, estética digital e acontecimentos culturais que permanecem na memória coletiva.
O movimento nas redes sociais
O fenômeno ganhou força principalmente no TikTok e no Instagram, onde internautas compartilham fotos, vídeos e relatos pessoais que revivem momentos marcantes vividos há uma década. Essa troca de experiências tem criado um senso de comunidade e conexão emocional, reforçando a importância cultural do ano de 2016.
Gisele Bündchen e as memórias olímpicas
Entre as celebridades que aderiram à tendência, destaca-se Gisele Bündchen, de 45 anos. A modelo relembrou, em suas redes sociais, o desfile icônico na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016. Mesmo já aposentada das passarelas, ela aceitou o convite para participar do evento e cruzou o Maracanã ao som de "Garota de Ipanema", em uma apresentação que se tornou um dos momentos mais simbólicos de sua carreira.
Recordações familiares e pessoais
Além da participação nas Olimpíadas, Gisele destacou outras memórias significativas daquele ano. Ela recordou quando sua filha Vivian, então com 4 anos, desfilou pela sala de casa imitando a mãe, usando um vestido cheio de brilhos semelhante ao figurino usado pela modelo na abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016. A modelo também mencionou o plantio de sua primeira árvore ao lado dos filhos, o lançamento de seu livro de fotografia em Nova York e viagens realizadas ao redor do mundo.
Em um post emocionante, Gisele escreveu: "2016 me moldou de maneiras que eu não compreendia totalmente na época. Houve altos e baixos. Rezei com todo o meu coração, aprendi ao longo do caminho e amei profundamente". Recentemente, ela celebrou o primeiro aniversário de seu caçula, fruto do relacionamento com o instrutor de jiu-jítsu brasileiro Joaquim Valente, adicionando mais uma camada de significado às suas reflexões nostálgicas.
Essa tendência não apenas revive o passado, mas também convida os usuários a refletirem sobre suas próprias jornadas e transformações ao longo dos anos, criando um diálogo contínuo sobre identidade e memória na era digital.