BBB26: Participante acusado de assédio pede para sair da casa
Participante do BBB26 deixa reality após acusação de assédio

O Big Brother Brasil 2026 registrou sua primeira desistência na noite deste domingo, 18 de janeiro, em um episódio marcado por uma grave acusação de assédio sexual. Pedro, vendedor ambulante de Curitiba, apertou o botão de desistência e deixou a casa do reality show após tentar beijar à força a participante Jordana.

O relato da vítima: "Ele me pegou pelo pescoço"

De acordo com o relato feito por Jordana dentro da casa, o incidente aconteceu enquanto ela procurava por um baby liss. Pedro teria sugerido que poderia haver mais do produto na despensa e a acompanhou até o local. Foi nesse momento isolado que a agressão ocorreu.

"Ele entrou comigo, me pegou pelo pescoço e tentou me beijar", descreveu Jordana. Ela contou ter reagido imediatamente, questionando: "Você tá louco, o que tá fazendo?". A resposta do colega, segundo seu depoimento, foi: "Tô fazendo o que me deu vontade".

Comportamento anterior e reações fora da casa

Este não foi o primeiro comportamento inadequado de Pedro em relação a Jordana relatado no programa. Anteriormente, o participante já havia dito que precisava ficar longe dela, pois a colega supostamente se parecia com sua esposa. Ele também foi flagrado mexendo nas roupas íntimas de Jordana, atitude que já havia gerado desconforto.

As repercussões do caso ultrapassaram os muros da casa do BBB. A esposa de Pedro, que está grávida de sete meses, apagou todas as fotos do marido de seu perfil nas redes sociais, em uma clara demonstração de impacto do ocorrido.

Silêncio da emissora e desfecho imediato

Até o momento da saída de Pedro, a TV Globo não se manifestou publicamente sobre o caso e nem exibiu as cenas do assédio para o público. A desistência do participante, no entanto, foi a ação mais imediata tomada dentro do contexto do programa.

A saída abrupta de um participante por conta de uma acusação séria de assédio coloca um holofote sobre os mecanismos de convivência e segurança dentro de realities shows. O caso deve reacender debates sobre conduta, consentimento e a responsabilidade das emissoras em coibir e punir comportamentos abusivos.