Em uma era na qual a experiência do cinema disputa atenção com lançamentos semanais tentadores nas plataformas de streaming, O Diabo Veste Prada 2 chegou às telonas como um lembrete poderoso: quando Hollywood transforma um filme em acontecimento cultural global, a experiência da sala escura ainda tem força. E que força.
Campanha global e hype de evento
Quase 20 anos após o original, a sequência da megera editora Miranda Priestly, interpretada por Meryl Streep, apostou em uma campanha global. O estúdio iniciou o aquecimento em novembro de 2025 com teaser e pôster oficiais, abriu pré-venda com grande antecedência e ampliou o burburinho em fevereiro com novo trailer, pôsteres de personagens e ativações internacionais.
Números impressionantes na estreia
Os números responderam. Segundo projeções da indústria publicadas pela Forbes, o filme chegou ao fim de semana de estreia mirando mais de 80 milhões de dólares na América do Norte, com potencial para ultrapassar rapidamente a bilheteria total do longa de 2006. Estimativas também apontam cerca de 100 milhões de dólares no mercado internacional logo na largada.
Fenômeno além da bilheteria
Mas o fenômeno vai além da bilheteria. A campanha virou case de marketing multiplataforma: collabs com Coca-Cola, Grey Goose, M&M's, Starbucks, entre outras marcas, transformaram o filme em presença física, social e aspiracional — de baldes de pipoca em formato de bolsa a pop-ups temáticos.
Com essa estratégia, O Diabo Veste Prada 2 coloca o cinema em seu devido lugar, reforçando o poder das grandes produções de gerar expectativa e mobilizar o público globalmente.



