Jovem de Macapá adota 17 gatos resgatados e destaca importância do voluntariado animal
Macapaense adota 17 gatos resgatados e atua como voluntária

Jovem de Macapá adota 17 gatos resgatados e destaca importância do voluntariado animal

O Dia Internacional do Gato Resgatado, celebrado em março, é uma data crucial para conscientizar sobre o cuidado e a adoção de animais abandonados. Em Macapá, no Amapá, a jovem Gabriela Alves, de 27 anos, personifica esse compromisso de forma inspiradora. Ela já resgatou e adotou impressionantes 17 gatos, dedicando parte significativa de sua rotina ao voluntariado em uma organização não governamental.

Paixão desde a infância e o primeiro resgate

Gabriela conta que sua paixão pelos felinos vem desde a infância, um amor que se transformou em ação concreta. O primeiro resgate foi de Constantino, um gatinho preto encontrado na Feira Maluca, na Zona Sul da capital amapaense. A partir desse momento, outros animais foram retirados das ruas e acolhidos em sua casa. "A melhor coisa que fiz na minha vida foi adotar os meus gatos. Sou muito feliz com meus gatos, apesar da dificuldade de criar tantos. Eles me dão alegria todos os dias", afirma Gabriela, emocionada.

Ela reconhece que manter tantos animais exige custos elevados, incluindo alimentação, cuidados veterinários e outros gastos. No entanto, destaca que os gatos foram fundamentais em sua vida, oferecendo companhia e apoio emocional. Durante a pandemia de COVID-19, quando enfrentou um quadro de depressão, os felinos se tornaram uma fonte vital de conforto. "Eles me ajudaram muito na pandemia, quando tive depressão. Eu nunca consigo ficar sozinha, sempre tenho meus gatos por perto", relata.

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Voluntariado e atuação contínua em resgates

Além dos 17 gatos que mantém em sua residência, Gabriela continua atuando ativamente em resgates de outros animais. Ela é voluntária no Instituto Anjos Protetores, uma ONG que trabalha pela proteção animal em Macapá. Nessa função, ajuda no custeio de castrações, realiza doações e participa de campanhas de conscientização. Para ela, esse trabalho representa um ato de amor incondicional e solidariedade.

Gabriela enfatiza que o voluntariado não se limita apenas ao resgate, mas inclui um compromisso de longo prazo com o bem-estar dos animais. Ela incentiva outras pessoas a se envolverem em causas similares, destacando que pequenas ações podem fazer uma grande diferença na vida dos animais abandonados.

Incentivo à adoção responsável e impacto social

O Dia Internacional do Gato Resgatado reforça a importância de dar uma nova chance a animais abandonados, promovendo a adoção responsável. Essa prática garante não apenas um lar seguro para os felinos, mas também transforma positivamente a vida de quem os acolhe. Histórias como a de Gabriela mostram que o resgate e a adoção vão além do cuidado básico: são gestos profundos de afeto, pertencimento e empatia.

Para quem pensa em adotar, a recomendação é buscar ONGs e grupos de proteção animal, que oferecem orientação sobre os cuidados necessários e acompanham todo o processo. Essas organizações desempenham um papel essencial na mediação entre animais resgatados e futuros tutores, assegurando que a adoção seja feita de forma consciente e sustentável.

Em Macapá, iniciativas como a de Gabriela e do Instituto Anjos Protetores destacam a necessidade de mais apoio comunitário e políticas públicas voltadas para a proteção animal. A jovem conclui com uma mensagem de esperança: "Cada resgate é uma vida salva, e cada adoção é uma história de amor que merece ser contada".

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