Macaco-prego é resgatado de venda ilegal em Santa Isabel e encaminhado para reabilitação
Um macaco-prego foi resgatado de uma tentativa de venda ilegal na tarde desta sexta-feira (27) em Santa Isabel, região do Alto Tietê. Dois homens foram presos em flagrante pela Polícia Civil ao tentarem comercializar clandestinamente o animal silvestre pelo valor de R$ 12 mil.
Operação conjunta prende suspeitos em posto de combustíveis
A prisão ocorreu na rodovia Alberto Hinoto, próximo ao quilômetro 55, em um posto de combustíveis. A operação foi resultado de uma denúncia feita por um protetor do meio ambiente da cidade, que identificou em um grupo de WhatsApp um anúncio da venda de um macaco domesticado.
Segundo o secretário do Meio Ambiente de Santa Isabel, João Buosi, o protetor entrou em contato com um dos suspeitos, combinou uma falsa compra do animal e imediatamente acionou a Polícia Civil e agentes da secretaria. A ação coordenada permitiu a prisão em flagrante dos dois indivíduos, que foram encaminhados à delegacia da cidade.
Processos administrativos e criminais serão abertos contra os acusados
Os homens presos devem responder tanto administrativamente quanto criminalmente pelos atos. Buosi destacou que a venda ilegal de animais silvestres é um crime ambiental grave, com penalidades que incluem multas e possibilidade de prisão.
O macaco-prego resgatado foi levado ao Parque Ecológico do Tietê, em São Paulo, onde será atendido pelo Centro de Triagem e Reabilitação de Animais Silvestres (Cetras). O animal passará por avaliação veterinária completa para verificar seu estado de saúde e determinar os próximos passos para sua reabilitação.
Importância do combate ao tráfico de animais silvestres
Este caso reforça a necessidade de vigilância constante contra o comércio ilegal de fauna brasileira. Animais como o macaco-prego são protegidos por lei e sua captura e venda causam danos irreparáveis aos ecossistemas.
A população pode colaborar denunciando atividades suspeitas através dos canais oficiais de proteção ambiental. A atuação rápida do protetor e das autoridades foi fundamental para o sucesso desta operação, evitando que o animal continuasse em situação de maus-tratos.



