Ativistas resgatam 1,5 mil beagles de centro de pesquisa nos EUA
Ativistas resgatam 1,5 mil beagles de centro de pesquisa

Cerca de 1,5 mil cães da raça beagle estão sendo resgatados de um centro de pesquisa em Wisconsin, nos Estados Unidos, após uma forte campanha promovida por ativistas. Os animais, que eram usados para testes, estão sendo liberados desde o fim de semana após a Ridglan Farms, proprietária deles, fechar um acordo confidencial de compra com duas ONGs. Em abril, uma série de protestos feitos na sede da empresa terminou em tumulto e até prisões.

Primeiros 300 cães já foram libertados

Os primeiros 300 cães deixaram o local na sexta-feira (1º), e os outros devem ser libertados até a próxima semana. Eles estão sendo levados para abrigos para serem tratados e preparados para adoção. Uma campanha arrecada dinheiro para os cuidados dos beagles resgatados.

ONGs trabalham para encontrar lares

Lauree Simmons, presidente e fundadora do Big Dog Ranch Rescue, uma das organizações agora responsáveis pelos animais, está trabalhando com parceiros em todo o país para encontrar lares para todos e contou que já tem mais de 700 interessados. "Depois de uma hora, mais ou menos, eles começaram a vir até nós, querendo atenção. Alguns até subiram no colo das pessoas. Todos eles são super dóceis. Acho que eles estão adorando a atenção. Tenho certeza de que eles sabem que estão seguros", comemorou ao falar sobre o resgate ao jornal americano "The Washington Post".

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Giuliana Rancic, apresentadora da emissora americana E! News, foi uma das ativistas envolvidas no resgate e postou vídeos dos animais recebendo carinho e curtindo a vida ao ar livre pela primeira vez. "As últimas 48 horas foram repletas de emoções que não consigo expressar em uma legenda, e eu queria estar presente para absorver tudo", afirmou.

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