Grávida espancada em via pública de General Salgado choca o interior paulista; polícia investiga
Grávida agredida brutalmente em rua de General Salgado

O que era para ser mais uma terça-feira comum no município de General Salgado, no interior de São Paulo, transformou-se em cena de horror. Uma mulher grávida, cuja identidade foi preservada, foi brutalmente agredida em plena luz do dia — no meio da rua, para ser mais exato. A violência, gratuita e covarde, deixou marcas que vão muito além dos físicos.

Segundo relatos colhidos — e aqui a gente se pergunta: até quando? —, a vítima sofreu um traumatismo craniano. Imagina só: uma pancada na cabeça, grávida, no asfalto. O fato ocorreu no distrito de São João de Itaguaçu, e a notícia correu como rastro de pólvora pela cidade pacata.

>> A investigação corre contra o tempo

A Delegacia de Polícia de General Salgado assumiu o caso e não mede esforços para identificar e prender o agressor. Ainda não se sabe o motivo da agressão, mas uma coisa é certa: ninguém, em sã consciência, aceita que uma gestante seja alvo de tamanha crueldade.

— Estamos colhendo depoimentos e analisando imagens de câmeras de segurança — adiantou um investigador, que preferiu não se identificar. — É um caso que nos revolta profundamente.

E a vítima? Como fica?

Ela foi levada às pressas para um hospital da região. O bebê, milagrosamente, não foi atingido. Mas o trauma, esse, ficou. Quem paga por isso? Quem restitui o senso de segurança de uma mulher que não pode nem andar na rua?

Casos como esse não são apenas estatística. São gritos de uma sociedade que ainda normaliza a violência contra a mulher — principalmente quando a vítima está em situação de vulnerabilidade. E grávida, convenhamos, é vulnerabilidade dobrada.

O que esperar do judiciário? Que a lei seja dura e exemplar. Porque medo, a vítima já sentiu demais.